Projeto

Brasil, um coração
que acolhe

A esperança move centenas de venezuelanos, todos os dias, em direção à fronteira com o Brasil. Eles deixam a Venezuela, sob o impacto da crise humanitária no País. Chegam à Roraima, com quase nada de recurso, ávidos por uma oportunidade de trabalho.

Profissionais formados, operários, homens e mulheres buscam trabalho. Enquanto a oportunidade não chega, convivem com a dor de não saber como alimentar a família e, muitas vezes, não sabem nem mesmo onde vão passar a noite.

Em Roraima, conhecemos migrantes e também corações dispostos a ajudar. Unimos  voluntários, apoiadores e lançamos o projeto Brasil, um coração que acolhe.

Construímos um centro de acolhimento  e estamos amparando 100 famílias. A estrutural local conta com dormitórios familiares, refeitório e banheiros coletivos.

Voluntários são “padrinhos sociais”. Eles cuidam especialmente de uma família e mobilizam  ajuda para atender necessidades como matrícula de criança em escola, atendimento médico, orientação sobre documentos, e auxiliam na busca de oportunidade de trabalho.  

Estamos também articulando parcerias para oferecer cursos de formação para o trabalho e  renda, e de língua portuguesa.

O objetivo é que as famílias conquistem autonomia, em breve tempo, passando a garantir o próprio sustento, e oportunizando o amparo de outras pessoas mais necessitadas.

Até a independência financeira, elas permanecerão no centro de acolhimento, recebendo 3 refeições diárias, animando o coração pelo sentimento de fraternidade.

Centro de acolhimento da FSF - Roraima no Fantástico

A união é a solução

As notícias se espalharam da mesma maneira que os venezuelanos se encontram pela cidade. Por todo lugar, refugiados em Roraima, fronteira com o país vizinho em crise. A Organização humanitária Fraternidade sem Fronteiras estendeu mais um braço. Mais um sonho que virou realidade.

Cinco mil metros quadrados é o tamanho do centro de acolhimento com capacidade para 100 famílias. 100 barracas, cozinha, refeitório, banheiros e lavanderias coletivos e redário ocupam o espaço. Corações voluntários que já ...

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