Projeto

Brasil, um coração
que acolhe

Quando uma crise imigratória bate à porta, temos duas opções: ou fechamos as fronteiras ou abrimos o nosso coração.

A Fraternidade sem Fronteiras convida todos para acolher os imigrantes venezuelanos e, juntos, lançarmos ao mundo uma mensagem de paz.

Chegamos à fronteira em outubro de 2017 e, com a ajuda de voluntários, apoiadores e padrinhos, construímos um centro de acolhimento, onde as famílias recebem alimentação, orientação para serviços de saúde e educação, têm aula de português e dividem responsabilidades nos cuidados com o ambiente.

História de Héctor

Muitas famílias já recomeçam a vida no Brasil, em um movimento que gratifica quem acolhe e quem é acolhido. (veja o vídeo)

Com a sua ajuda, vamos ampliar o trabalho humanitário, construir novas unidades de acolhimento e criar oportunidade de vida nova para milhares de  imigrantes venezuelanos.

O mundo com que sonhamos é sem fronteiras, com fraternidade.

"Que ser humano queremos ser?"

Uma reflexão do fundador e presidente da FSF, Wagner Moura, sobre a crise imigratória e as fronteiras do coração.

Veja reportagem do Fantástico

A crise imigratória e o acolhimento da FSF.

Apadrinhamento, o coração do projeto

A Fraternidade sem Fronteiras chegou a Roraima em outubro do ano passado e diante da crise humanitária, mobilizou apoio, voluntários e lançou o projeto Brasil, um coração que acolhe. Com a ajuda de padrinhos, que contribuem com pequeno valor mensal, construímos e inauguramos pouco antes do Natal, um centro de acolhimento para 100 famílias, em Boa Vista.

ajuda humanitária

Quero ser tutor fraterno

“Se você é voluntário da Fraternidade sem Fronteiras e quer ajudar apoiando o acolhedor e aos refugiados a zelarem pelos compromissos assumidos, inscreva-se aqui para ser um “tutor fraterno” da nova relação de trabalho.”

Quero ser um Acolhedor

Se você é voluntário da Fraternidade sem Fronteiras e quer ajudar apoiando o empregador e o trabalhador a zelarem pelos compromissos assumidos, inscreva-se aqui para ser um “acolhedor fraterno” da nova relação de trabalho.

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