Projeto

Brasil, um coração
que acolhe

A esperança move centenas de imigrantes venezuelanos, todos os dias, em direção à fronteira com o Brasil. Eles deixam a Venezuela sob o impacto da crise humanitária e chegam à Roraima ávidos por uma oportunidade de trabalho.

A Fraternidade sem Fronteiras está fazendo a ponte entre quem precisa recomeçar e quem pode ajudar.

Estamos registrando o currículo de trabalhadores venezuelanos e cadastrando pessoas físicas ou jurídicas que queiram empregar.

E convidamos pessoas de todo o Brasil a acolher trabalhadores ou famílias nas cidades onde moram.

O movimento já começou e está dando certo! Veja como funciona, conheça as emocionantes histórias de acolhimento e ajude a aumentar essa corrente.

Vamos nos unir e lançar ao mundo uma mensagem de paz.

Centro de acolhimento da FSF - Roraima no Fantástico

História de Hector

O imigrante venezuelano Hector foi acolhido pela brasileira Joyce em Indaiatuba/SP. Conheça essa história de fraternidade e gratidão.

Quero acolher

Você pode ajudar a acolher um trabalhador ou uma família na cidade onde mora. Una amigos, familiares, um grupo de pessoas para montar uma casa, e apoiar o começo de uma nova vida para os imigrantes.

 

Quero empregar

Acesse aqui se você puder ajudar, criando uma oportunidade de emprego para um trabalhador venezuelano.

ajuda humanitária

Quero ser tutor fraterno

Sempre que um trabalhador ou família receber uma oferta de emprego ou se deslocar para outra cidade, um tutor fraterno zelará por essa nova fase, mantendo contato com todos os envolvidos.  O tutor fraterno é um voluntário da Fraternidade sem Fronteiras que zelará por até dois anos dessas novas relações, oferecendo orientação e auxílio para os imigrantes e para quem quer ajudar.

Apadrinhamento, o coração do projeto

A Fraternidade sem Fronteiras chegou a Roraima em outubro do ano passado e diante da crise humanitária, mobilizou apoio, voluntários e lançou o projeto Brasil, um coração que acolhe. Com a ajuda de padrinhos, que contribuem com pequeno valor mensal, construímos e inauguramos pouco antes do Natal, um centro de acolhimento para 100 famílias, em Boa Vista.

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