• 🇩🇪 DEU
  • 🇫🇷 FRA
  • 🇨🇭 CHE
  • 🇬🇧 GBR
  • 🇺🇸 USA
  • 🇨🇦 CAN
  • 🇩🇪 DEU
  • 🇫🇷 FRA
  • 🇨🇭 CHE
  • 🇬🇧 GBR
  • 🇺🇸 USA
  • 🇨🇦 CAN

Home > Blog

De Angola pra o Brasil em busca de tratamento para a microcefalia

Ao buscar na internet mais informações sobre microcefalia para ajudar a filhinha Miriam, o casal de angolanos Madaleno e Suzana encontrou a Fraternidade sem Fronteiras e o projeto “Microcefalia, ciência e amor”, parceria com o Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (IPESQ). A partir deste primeiro contato, decidiram vir para o Brasil, a fim de que pudessem, junto com a Dra. Adriana Melo, aprender a melhor forma de ajudar a Miriam a se desenvolver.

Para concretizarem o sonho de tratar a filha aqui no Brasil, Madaleno e Suzana contaram com a ajuda de uma voluntária que doou não só recursos financeiros, mas também seu amor e sua atenção. Flávia Gabriela Oyo França é Engenheira de Meio Ambiente e trabalha em Angola há seis anos. Através da voluntária da FSF, Elielda Fernandes, Flávia conheceu o casal e se disponibilizou a ajudar no que fosse preciso. “Todo esse tramite aqui na Angola é bem burocrático. Demos entrada no passaporte da mãe e da criança em junho deste ano e só conseguimos pegar em setembro”, conta ela.
Depois disso, Suzana embarcou para a capital da Angola e encontrou com a Flávia. Ali, as duas correram atrás do visto para que mãe e filha pudessem embarcar para o Brasil. “Esse movimento de solidariedade formou uma corrente. Para arcarmos com os custos do visto, mobilizei meus colegas de trabalho. Cada um contribuiu com um pouco para ajudarmos a família nesse projeto”, explica.

Suzana e Miriam desembarcaram na quinta-feira (8) em Campina Grande para iniciar o tratamento. A Dra. Adriana Melo foi a responsável por descobrir a ligação do vírus da Zika com a doença e desde então vem desenvolvendo um projeto lindo para o tratamento da microcefalia, que quanto mais cedo é iniciado, mais se pode obter resultados satisfatórios.

No encontro de Suzana com o pessoal do IPESQ não faltou emoção. Agradecida, a mãe da pequena Miriam afirmou estar muito feliz e confiante. “Cheguei aqui com a esperança de saber que iria encontrar mães que passam pela mesma situação que a minha. Decidi vir porque eu precisava estar aqui ao lado de vocês. Muito obrigada por me receberem”, falou ela já no Instituto.

Mãe e filha ficarão por três meses no alojamento do IPESQ e após este período, o acompanhamento se dará a cada seis meses. A Dra. Adriana não descarta a possibilidade de ir até a Angola para investigar possíveis novos casos de microcefalia na região.

Estamos para lá de felizes com essa oportunidade de tratamento para a Miriam. Juntos somos mais fortes! Sigamos com muito amor <3

   

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Alfabetização abre caminhos para autonomia e transforma futuros

Nos projetos da Fraternidade Sem Fronteiras, educação, alimentação, cuidado e estrutura caminham juntos para garantir que crianças possam aprender e desenvolver suas potencialidades Por Laureane Schimidt e Ighor Avanci Saber ler e escrever está presente nas escolhas que fazemos todos os dias. Compreender uma orientação, identificar qual ônibus pegar, ler a indicação de um medicamento, interpretar um contrato ou acessar informações são ações que parecem simples para quem teve a oportunidade de aprender. A alfabetização, porém, ainda não é uma

Ler mais »

NOTA DE ESCLARECIMENTO

NOTA DE ESCLARECIMENTO A Organização humanitária Fraternidade Sem Fronteiras (FSF) esclarece que não autoriza o uso de camisetas, peças, símbolos, logomarca ou qualquer elemento que identifique a organização em propagandas eleitorais, manifestações político-partidárias ou conteúdos que possam associar sua imagem a candidatos, partidos ou posicionamentos políticos. A orientação se aplica a diretores, coordenadores, voluntários, apoiadores, doadores, colaboradores, padrinhos, madrinhas, caravaneiros e demais pessoas que, de alguma forma, participam ou já participaram das ações da organização. O uso de peças da

Ler mais »