• 🇩🇪 DEU
  • 🇫🇷 FRA
  • 🇨🇭 CHE
  • 🇬🇧 GBR
  • 🇺🇸 USA
  • 🇨🇦 CAN
  • 🇩🇪 DEU
  • 🇫🇷 FRA
  • 🇨🇭 CHE
  • 🇬🇧 GBR
  • 🇺🇸 USA
  • 🇨🇦 CAN

Home > Blog

1.200 mudas de árvores foram plantadas na Cidade da Fraternidade em Madagascar

A ação tem como foco a recuperação do solo degradado

Por Kethelyn Mara – Assistente de Comunicação da FSF 

O projeto Ação Madagascar, da Organização humanitária Fraternidade sem Fronteiras (FSF), realizou  juntamente com a comunidade local uma ação de recuperação da área danificada próxima à cidade da fraternidade. 

O terreno foi devastado depois das últimas tempestades de areia que passaram pela região, do sul da ilha, de Madagascar. Por lá, é muito comum ocorrer com frequência esse fenômeno meteorológico.  E pensando em amenizar os impactos causados e diminuir futuras catástrofes na estrutura das casas.

Foram plantadas 1.200 mudas de árvores nativas da região que irão servir como uma espécie de barreira de proteção. Além, é claro, de poder contribuir com a sustentabilidade das famílias. “Neste primeiro momento será um experimento para vermos se terá os resultados desejados”, comenta o voluntário do projeto Ação Madagascar, Ricardo Ferreira.

“Reflorestar é trazer vida para o meio ambiente,se você ver um lugar que não tem árvores, aquele espaço não tem vida. Você não vê nada! Depois que começa o reflorestamento a gente consegue trazer de volta vida a esse ambiente, e é isso que Madagascar precisa neste momento”, reforça o voluntário do projeto Alimentos sem Fronteiras, Magno da Mata.

O Reflorestamento tem como vertente principal devolver vivacidade para um ambiente que antes estava deteriorado e sem nutrientes. Por meio dessa técnica aplicada, aos poucos  é possível devolver para terra o que havia sido tirado dela, fazendo renascer vida naquele lugar.

 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Prince Kalolo: líder Ubuntu que fez da própria história um caminho para transformar outras vidas

Após fugir da violência na República Democrática do Congo e viver sete anos como refugiado no Malawi,  hoje, coordena  projeto em Madagascar, que atende mais de 11 mil pessoas Por Laureane Schimidt Em 2015, aos 22 anos, Prince Kalolo precisou deixar a República Democrática do Congo. A violência que atingiu sua família tornou impossível permanecer no país. Seu pai foi assassinado durante um ataque de um grupo rebelde e sua mãe chegou a ser mantida em cativeiro. Diante das ameaças,

Ler mais »

Maick Mutej: líder Ubuntu que transformou o recomeço em uma missão de acolher

Refugiado da República Democrática do Congo, ele viveu quatro anos no campo de Dzaleka, no Malawi, e hoje coordena no Burundi  projeto voltado ao acolhimento de crianças resgatadas da guerra Por Laureane Schimidt  Em janeiro de 2015, Maick Mutej Mukeba deixou sozinho a República Democrática do Congo (RDC). Aos 23 anos, precisou cruzar fronteiras em busca de segurança e encontrou refúgio no Malawi, onde passou os quatro anos seguintes no campo de refugiados de Dzaleka. A experiência do deslocamento forçado

Ler mais »