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Um movimento fraterno será sempre uma história escrita por muitas mãos. A Fraternidade Sem Fronteiras (FSF) nasceu do coração de um homem, mas alcançou e ajuda cada dia mais pessoas pela união de vários corações fraternos.
Wagner Moura Gomes, o idealizador da FSF, era só um menino quando se viu chorando pela fome no mundo. Uma dor que o acompanhou por toda a juventude, quando já se dedicava a trabalhos voluntários na periferia de Campo Grande/MS/Brasil – sua cidade natal. Já adulto, não conseguindo mais evitar esse chamado, decidiu ir à África. Escolheu Moçambique, país de língua portuguesa, localizado na região mais pobre do mundo, a África Subsaariana. Começava ali o trabalho de acolhimento da Fraternidade Sem Fronteiras, que hoje já se expande por diversos países.
Um movimento fraterno será sempre uma história escrita por muitas mãos. A Fraternidade sem Fronteiras (FSF) nasceu do coração de um homem, mas alcançou e ajuda cada dia mais pessoas pela união de vários corações fraternos.
Wagner Moura Gomes, o idealizador da FSF, era só um menino quando se viu chorando pela fome no mundo. Uma dor que o acompanhou por toda a juventude, quando já se dedicava a trabalhos voluntários na periferia de Campo Grande/MS/Brasil – sua cidade natal. Já adulto, não conseguindo mais evitar esse chamado, decidiu ir à África. Escolheu Moçambique, país de língua portuguesa, localizado na região mais pobre do mundo, a África Subsaariana. Começava ali o trabalho de acolhimento da Fraternidade sem Fronteiras, que hoje já se expande por diversos países.
A FSF recebe a doação de um recurso para aquisição de um terreno no Polo Inápolis. A arrecadação foi feita por voluntários dos Estados Unidos, com intuito de viabilizar a construção de um local próprio neste bairro de maior necessidade. Iniciam-se negociações para aquisição e estudos para a construção no local, o que significará um grande avanço ao projeto.
O projeto Órfãos do Congo recomeça suas atividades no Burundi com a instalação dos acolhidos e colaboradores em três casas alugadas e com segurança a todos.
O agravamento dos conflitos armados na RDC fizeram com que as crianças e colaboradores fossem resgatados e transferidos para o país vizinho, Burundi. O recomeço foi em três casas para melhor acomodação e acolhimento, sendo uma para os bebês, outra para as meninas e outra para os meninos. Voluntários e colaboradores se organizaram e se empenharam para adaptar a nova rotina.
O trabalho une-se aos voluntários da Casa Santa Gemma, para o acolhimento de pessoas em situação de rua e continuidade aos trabalhos iniciados para o acolhimento de irmãos em situação de rua e com dependência química.
No dia 2 de agosto, no Sheraton Grand Rio, no Rio de Janeiro, dez palestrantes participaram da programação que combinou fraternidade, aprendizado, espiritualidade e solidariedade. O evento foi totalmente beneficente para à campanha "Irmão ajuda Irmão", no acolhimento de refugiados do Campo de Refugiados Dzaleka, no Malawi, África, onde a FSF atua com o Projeto Nação Ubuntu.
Entre os dias 12 e 13 de setembro de 2025, na sede da Irradiação Espírita Cristã, em Goiânia - GO, o encontro regional teve como tema “Fraternidade: A Linguagem Sagrada da Humanidade” com palestras, apresentações culturais e diálogo inter-religioso com representantes cristãos, espíritas e evangélicos.
A FSF lançou a iniciativa para o atendimento permanente e contínuo no Projeto Nação Ubuntu com médico e equipe de saúde auxiliar. Além de ampliar a estrutura física para consultas, exames e cirurgias. A realização do trabalho depende do apadrinhamento, com uma doação mensal a partir de R$35.
Nos dias 18 e 19 de outubro de 2025, voluntários da FSF realizaram pela primeira vez, em Aracaju - SE, um encontro com o tema “Fraternidade: fonte de valorização da vida sem fronteiras”. O objetivo principal foi de aproximar a população sergipana da causa da FSF, atrair novos voluntários e padrinhos, além de estimular o desenvolvimento de atividades voluntárias na cidade e no estado.
A Casa Espírita Centro de Estudos Nosso Lar, em Campinas - SP, recebeu no dia 25 de outubro de 2025, o encontro da Fraternidade Sem Fronteiras com o tema “E se fosse o seu filho?” sendo totalmente beneficente para o amparo de crianças órfãs acolhidas pelo projeto Órfãos do Congo.
A comemoração dos 16 anos da FSF foi com uma transmissão ao vivo de cinco horas, diretamente do Projeto Nação Ubuntu, no Malawi, com o tema “Se eu não tiver amor...” com a participação de padrinhos, madrinhas, voluntários e acolhidos do projeto para um momento de espiritualidade, partilha e gratidão.
Desde o dia 6 de dezembro de 2025, a Central de Presentes da FSF passa a funcionar na cidade de São Paulo. A estrutura foi transferida de Campo Grande - MS, onde esteve ativa por 16 anos, para a capital paulista, na Rua Dr. Miranda de Azevedo, 1421, Vila Anglo Brasileira, zona Oeste.
No dia 31 de dezembro de 2025, a FSF encerrou as atividades do Projeto Brasil, um coração que acolhe, em Roraima. A decisão considerou avaliações técnicas, operacionais e de contexto, bem como a necessidade de redirecionamento de esforços para outras frentes de atuação prioritárias da organização, mantendo o compromisso com a promoção da dignidade humana e a eficiência na aplicação dos recursos. Todo o processo foi realizado de maneira articulada, com o repasse gradual e coordenado da gestão para a Operação Acolhida, assegurando a manutenção da moradia, do acesso a serviços essenciais e da proteção humanitária.
Inicia o trabalho em Seattle/Washington e Miami/Flórida, com doações de roupas e itens essenciais.
O novo Centro de Acolhimento de Barragem foi construído com a parceria da Coup De Pouce Humanitaire, para oferecer alimentação, cuidados em saúde e educação para mais de 900 crianças. Com uma área de 2 hectares, o novo local conta com um refeitório, 8 salas, 3 depósitos, 2 banheiros e um poço de 60m de profundidade, 2 tanques de reserva com uma capacidade de 180 mil litros de água. O antigo centro funcionava em uma residência alugada e era menor.
Para oferecer diversidade de proteínas e uma alimentação mais saudável nas refeições dos acolhidos, foi instalado um galinheiro para a produção de ovos e um tanque para a criação de peixes.
A Orquestra Fraternidade sem Fronteiras inicia as atividades em um novo polo: Aero Rancho. É o quarto local de aulas em Campo Grande - MS.
O polo do projeto retorna em parceria com o grupo Somos Todos Irmãos. A notícia foi anunciada durante o evento regional Fraternidade sem Fronteiras Belo Horizonte - realizado no Cine Teatro Brasil Vallourec. A primeira ação em conjunto reuniu 30 voluntários que atenderam 510 irmãos em situação de rua, em cinco rotas de distribuição, com a entrega de 600 lanches, água e suco.
Nos dias 13 e 14 de abril, com a participação de 35 palestrantes, no Cine Theatro Brasil, 1 mil pessoas acompanharam as atividades presencialmente e outras 18.878 nas transmissões ao vivo no YouTube da FSF e de sete canais parceiros.
O projeto encerra sua gestão no Centro de Capacitação Referência (CCR), em Pacaraima, que passa a ser gerido por outra organização em parceria com o ACNUR, para concentração de esforços em acolhimento.
As atividades de acolhimento a pessoas em situação de rua na cidade de Belo Horizonte/MG foram retomadas em parceria com voluntários da FSF e do grupo Somos Todos Irmãos.
A Fraternidade sem Fronteiras assumiu os trabalhos do Centro de Cuidados para Crianças com Deficiência (RCC), localizado dentro do campo de refugiados Dzaleka para crianças e jovens de 6 meses a 26 anos, para oferecer tratamento com fisioterapia, educação pré-escolar, duas refeições ao dia, além de atividades recreativas.
Primeira formatura da Escola Horova, no Projeto Ação Madagascar, com uma turma de 36 crianças, de 5 anos de idade, que era da pré-escola passou para o primário.
O espaço foi inaugurado no Centro de Acolhimento de Bwirembe, no qual 289 crianças, de 3 a 16 anos, começaram a frequentar as aulas e a receber atividades de dança, coral, futebol e corrida. Os alunos se dividiram entre as turmas da pré-escola, 1ª série, preparação para adolescentes que estão atrasados e 5ª série para adolescentes que estudavam antes de vir pro orfanato. O local conta com 6 salas de aula, sala dos professores, administração, 10 banheiros e 1 depósito. São 6 professores e 7 auxiliares qualificados para desenvolver a metodologia montessoriana junto aos estudantes. A capacidade da escola é para 420 alunos.
Mais um Núcleo internacional é registrado e reconhecido como uma Organização sem fins lucrativos, agora na Alemanha.
Inicia o trabalho em Atlanta/Geórgia, com distribuição de refeições e doações diversas.
Desde 2019, a FSF atua, em parceria com uma igreja, no vilarejo de Toby/Ambovombe, para identificar transtornos mentais graves e oferecer auxílio em diversas necessidades. Com a inauguração do Centro de Saúde Mental, 50 pacientes são supervisionados e medicados por nossos colaboradores e voluntários. Além de receberem higiene pessoal e pelo menos duas refeições ao dia. No local, ainda muitos enfermos são acorrentados pelas próprias famílias, que não entendem os sintomas e acreditam ser uma forma de proteção para o próprio paciente. Aos poucos, com a permissão dos familiares e orientações dos profissionais de saúde, somadas ao apoio espiritual, as correntes vão sendo retiradas e o pacientes ganham dignidade e qualidade de vida.
A reforma da creche na Terra Prometida é concluída: Foi construído um novo espaço, o primeiro na comunidade em alvenaria, com salas, banheiros, uma pequena copa e pátio para recreação. As crianças recebem reforço escolar, aulas de artes e atendimento psicológico.
Inicia o trabalho em Houston/Texas, com distribuição de refeições e doações de roupas e kits de higiene.
Os 15 anos de fundação da FSF foi comemorado em um evento beneficente na Igreja Tabernáculo da Glória, em Campo Grande/MS, em prol do Projeto Fraternidade na Rua, polo Campo Grande. Foram mais de 340 inscritos que acompanharam 12 horas de programação com palestras e apresentações musicais, contando inclusive com apresentação da Orquestra Fraternidade sem Fronteiras.
A Orquestra FSF abre pela primeira vez um evento da Fraternidade sem Fronteiras. Ocasião ainda mais especial, por se tratar do evento em comemoração dos 15 anos da Fraternidade sem Fronteiras, que aconteceu no dia 16 de novembro, na Igreja Tabernáculo da Glória, em Campo Grande/MS. O evento foi em prol do projeto Fraternidade na Rua - polo CG, que inclusive, disponibiliza o seu ônibus para o transporte das crianças em aulas de música em conjunto e apresentações (nesta parceria, a Orquestra custeia combustível e contribui com alguns reparos e manutenções do veículo). A apresentação contou com a presença do coordenador-voluntário Leonardo Camy, do maestro Caio Fortunato e de cerca de 50 crianças que se apresentaram na oportunidade.
Em Assis, na Itália, a FSF realizou o I Encontro Internacional, durante três dias. O evento teve palestras, apresentações dos projetos da FS, a importância do trabalho humanitário e a participação de representantes dos núcleos internacionais da FSF: Alemanha, Itália, Reino Unido, Estados Unidos, Suíça e França.
Depois da perfuração do poço artesiano, constatou-se que a água era bem salobra, chegando perto de um terço da salinidade da água do mar, por isso a necessidade de um dessalinizador. O investimento foi em torno de R$115 mil para a compra, importação e instalação. A capacidade é de até 700 litros de água tratada por hora e muitas pessoas são beneficiadas.
O polo está localizado na região leste de Campo Grande/MS e acontece em parceria com o Centro Espírita Dona Branca Mendonça, que cede o espaço para as atividades. O primeiro polo é o localizado no bairro Danúbio Azul (era utilizado pelo projeto apoiado anteriormente e, a parceria com o Centro Espírita Amizade foi mantida com essa finalidade).
Desde 2021 a Terra Prometida recebe apoio do projeto Fraternidade na Rua, principalmente em um espaço precário que funcionava como creche para as crianças no contraturno escolar. Pela importância do local, o Fraternidade na Rua - polo SP inicia uma reforma para que as crianças possam ter mais segurança e qualidade.
O projeto encerra sua gestão no Centro de Sustentabilidade, que ocorria em parceria com o ACNUR, e segue com outras atividades.
Inaugurada a primeira escola do Projeto Ação Madagascar, na Cidade da Fraternidade, em Ambovombe, com 16 salas de aulas para atender até 1 mil crianças do ensino infantil ao ensino fundamental, com aulas em período integral, três refeições, banho, uniforme e material escolar.
Foram 800 pessoas reunidas, 4200 visualizações durante transmissão ao vivo, 27 palestrantes e mais de 650 peças de frio arrecadadas durante o evento.
O núcleo internacional da FSF foi registrado e reconhecido como uma organização sem fins lucrativos na França em 11 de junho de 2023, data da Assembleia Geral Constitutiva e recebe o nome de Fraternité sans Frontières France. O objetivo do novo núcleo é arrecadar doações, apadrinhamentos e promover na França os projetos e atividades da FSF na África.
De 17 a 27 de julho de 2023, a FSF realizou a primeira caravana de ajuda humanitária no projeto Órfãos do Congo, na República Democrática do Congo - localizada na África Central. No total participam 8 pessoas: O idealizador da FSF, Wagner Moura Gomes; a gerente de Comunicação, Marketing e Relacionamento (à época), Marcele Aroca Camy - para a primeira cobertura oficial feita pela Comunicação e Marketing da sede FSF; e seis padrinhos/caravaneiros/voluntários (um médico, um dentista, uma enfermeira, uma engenheira e dois empresários) - dos estados de São Paulo, Mato Grosso e Goiás. A caravana foi conduzida por Wagner e contou com todo o suporte de Maick Mutej (coordenador do projeto) e dos colaboradores do projeto.
Nos dias 20 e 21 de outubro foram reunidas 500 pessoas presencialmente e ainda, tivemos 52.841 visualizações nas transmissões on-line. Na programação, 36 palestrantes, sendo 17 deles pela primeira vez em um evento da FSF. O evento foi realizado na Mansão do Caminho - obra social do Centro Espírita Caminho da Redenção, fundada pelo médium, orador espírita e amigo da causa, Divaldo Franco.
O projeto se instala no bairro Inápolis, núcleo industrial oeste de Campo Grande/MS, proporcionando que crianças e jovens tenham a oportunidade de atividades no contraturno da escola. Inicialmente em parceria com um espaço voltado para a comunidade e depois, em local próprio (alugado).
O Aero Rancho, terceiro bairro mais populoso de Campo Grande/MS, localizado na região sul da cidade, inicia as aulas de música na estrutura física oferecida em parceria com o Centro Espírita Vinha de Luz.
A apresentação ocorreu no dia 6 de dezembro, no Bosque Expo, durante o Agrinho 2023 - programa de responsabilidade social do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar/MS e da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul – Famasul. Foram cinco músicas na formação de orquestra, com sete instrumentos, 24 alunos participantes, coordenação de Leonardo Camy e condução do maestro Fabio Bernobic.
Especiosa Marge, amparada pelo Acolher Moçambique desde os 11 anos, torna-se a primeira jovem universitária formada - licenciatura em Biologia e Química, pelo Projeto.
Com o avanço de Especiosa e a necessidade de outros jovens continuarem seus estudos no ensino superior, iniciamos o apadrinhamento para essa Iniciativa.
São dados passos maiores no caminho da sustentabilidade alimentar do projeto: Plantio em dois espaços - em Barragem, com 15 hectares; e em Muzuimuia, com 35 hectares. O foco está no plantio de milho e feijão, que são a base das refeições. Além disso, um trator e um sistema de irrigação auxiliam a produção.
O projeto Brasil, um coração que acolhe passa por uma reestruturação, triplicando a capacidade de acolhimento aos migrantes e refugiados venezuelanos em Roraima. O número passou de 500 para 1500 acolhidos. Devido ao crescimento do fluxo migratório e de uma reorganização da Operação Acolhida, os acolhidos do Centro em São Vicente 2 são transferidos para o Centro de Acolhimento do Espaço Emergencial 13 de Setembro. Além disso, a FSF assume a coordenação civil de mais um Centro de Acolhimento, o Pricumã, ficando com quatro frentes de trabalho: três na cidade de Boa Vista e uma em Pacaraima, com o Centro de Capacitação e Referência.
A iniciativa começou acolhendo pouco mais de 20 mulheres refugiadas em situação de vulnerabilidade, devido a diferentes formas de violência, incluindo sexual e psicológica. Elas são direcionadas para trabalhos sustentáveis, como a agricultura, cultivando os alimentos que abastecem o projeto. Os filhos são acolhidos na creche e todos recebem alimentação.
O projeto assume também a coordenação humanitária do Centro de Acolhimento Indígena Jardim Floresta, em Boa Vista/Roraima. A estrutura do local tem capacidade para acolher até 460 pessoas. Este é um dos cinco abrigos indígenas da Operação Acolhida no Estado de Roraima e o primeiro sob a coordenação da Fraternidade Sem Fronteiras.
Inaugura-se um espaço exclusivo para atividades e momentos com foco em espiritualidade, para que independente de crenças, todas as pessoas se sintam acolhidas e conectadas.
Por meio do projeto Brasil, um coração que acolhe, acontece uma iniciativa de cogestão entre FSF e ACNUR. O local tem 1760 m2 e está localizado no bairro 13 de Setembro, em Boa Vista/Roraima. Sendo um espaço independente dos abrigos, o objetivo é promover o desenvolvimento sustentável, a educação ambiental e a integração cultural entre migrantes, refugiados e brasileiros. Entre os projetos implantados estão o de Aquaponia - criação de pescado e produção de horta; Biodigestores – produção de gás de cozinha a partir da decomposição de alimentos; Energia Solar; processo de fertilização do solo por meio de resíduos filtrados vindos de banheiros; e ainda, capacidade para cultivo e plantio de até 7 mil mudas nos espaços da Operação Acolhida.
Alteração do valor mínimo de contribuição para o apadrinhamento Pessoa Física, que passa de R$50 para R$25.
Projeto inaugura segundo polo de trabalho: Uma casa de apoio para acolher todos os pacientes com Epidermólise Bolhosa do Brasil. O local tem uma sala de curativos, quartos para receber as crianças e suas famílias e ainda, uma farmácia com um estoque de medicamentos para a continuidade do tratamento.
Depois de cinco anos de tentativas para encontrar reservas subterrâneas de água potável, o primeiro poço artesiano foi perfurado com 150 metros de profundidade e levou aproximadamente quatro meses para ser concluído. Mais de 15 mil pessoas são beneficiadas com a água. A obra ainda teve a instalação de placas solares para garantir o funcionamento da bomba elétrica.
A capacidade inicial é para 140 crianças, com quartos maiores, uma cozinha ampla e área externa para atividades de lazer e esporte.
A Orquestra Fraternidade Sem Fronteiras surge da inspiração de outro projeto, que foi apoiado pela FSF de 2017 a 2021: a Orquestra Filarmônica Jovem Emannuel - coordenação de Orion Cruz. Assim que encerrada a parceria, a FSF inaugura o seu próprio projeto - Orquestra Fraternidade sem Fronteiras - para continuar contribuindo com o incentivo da música clássica e de novas oportunidades para crianças e jovens de Campo Grande/MS. Dessa forma, o trabalho recebe um novo coordenador, o voluntário Leonardo Meier Serrou Camy, que reestrutura o projeto e realiza novas parcerias para viabilizar as necessidades. O Lançamento acontece durante o V Encontro Fraternidade Sem Fronteiras, em Uberlândia/MG.
Durante o V Encontro Nacional Fraternidade sem Fronteiras, realizado em Uberlândia, foi inaugurada uma área doada de 2,5 hectares, onde foram construídos dormitórios, banheiros, sala, cozinha e área de serviço, para o acolhimento dos irmãos em situação de rua, com dependência química, situados em Uberlândia. A intenção era seguir o modelo da Clínica da Alma MS (parceira do projeto Fraternidade na Rua em Campo Grande/MS); no entanto, a parceria (encerrada em fevereiro de 2024) não chegou a ser constituída legalmente e o trabalho seguiu caminhando nos aprimoramentos necessários para esse objetivo.
Foram 1.200 participantes presenciais e 6.500 visualizações nas transmissões ao vivo. Durante os três dias, foram oito apresentações artísticas, 15 palestrantes e 26 painéis com reflexões, exposições e depoimentos de voluntários, acolhidos e líderes dos 11 projetos da FSF.
O projeto encerra sua administração no Espaço Emergencial 13 de setembro, ficando responsável pelos abrigos Pricumã e Jardim Floresta.
Além das ruas, o trabalho se expande no atendimento à comunidade da Terra Prometida - localizada na Zona Sul de São Paulo, no bairro Riviera Paulista, onde famílias e crianças estão em situação de vulnerabilidade. O local passa a contar com o suporte do projeto para as necessidades mais urgentes, como alimentos, roupas e móveis. Também nesse ano, inicia o trabalho de acolhimento para pessoas em situação de rua, em Boston/Massachusetts, com distribuição de refeições e doações.
Inicia o trabalho do projeto Fraternidade na Rua em Las Vegas/Nevada, para oferecer principalmente refeições quentes e agasalhos. Em paralelo, Nova Iorque/Nova Iorque também recebe a implementação do trabalho, com atenção especial ao suporte no frio; e Denver/Colorado inicia suas atividades voltadas para distribuição de refeições, kits de higiene e agasalho.
Finalizado o apoio ao projeto da Orquestra Filarmônica Jovem Emmanuel, a Fraternidade Sem Fronteiras inicia o processo de estudos e organização para criação do seu próprio projeto, que é oficialmente inaugurado em novembro de 2022.
No dia 30 de junho de 2021, a Fraternidade Sem Fronteiras amplia o Projeto Fraternidade na Rua com a inauguração do polo Rio de Janeiro/Brasil. Isso aconteceu via evento online, transmitido no Youtube da Fraternidade, diretamente da capital fluminense, com a participação de acolhidos, colaboradores FSF e voluntários do projeto.
Lançamos uma área exclusiva aos nossos voluntários, no site da FSF. O Portal do Voluntário chega para unir pessoas e grupos de diferentes regiões, em um ambiente de diversas iniciativas de trabalho, informações, ideias e oportunidades.
Com espaço maior e melhor infraestrutura, uma nova clínica médica foi inaugurada no projeto para atendimentos médicos e odontológicos. Atuam no local: médicos, enfermeiros, agentes comunitários em saúde, equipe de nutrição e um voluntário treinado por um fisioterapeuta. Entre os serviços estão os atendimentos para crianças desnutridas, pré-natal para as gestantes, vacinação e internação.
Lançamos a modalidade de Apadrinhamento Empresarial, que permite a empresas e instituições, a oportunidade de se tornarem madrinhas de nossos projetos ou parceiras da causa. O apadrinhamento empresarial tem valor mínimo de contribuição mensal de R$500.
O projeto Fraternidade na Rua cresce e o acolhimento chega a outro país. Três novos polos de atuação foram firmados nos Estados Unidos nas cidades de Las Vegas, Nova Iorque e Denver. Mais adiante, outras cidades dos EUA também recebem polos do projeto.
Com um grupo de canto, o Coral Ubuntu é um incentivo à cultura e uma forma de aliviar traumas vindos das situações de guerra e refúgio. Formado por uma maestrina refugiada e centenas de africanos eles têm ensaios e apresentam em diversas oportunidades, principalmente durante as caravanas no projeto.
Durante um evento online, o lançamento do projeto Órfãos do Congo foi feito no dia em que comemorou-se os 12 anos de fundação da FSF, e a República Democrática do Congo tornou-se, naquele momento, o quinto país de atuação na África. O Projeto Órfãos do Congo iniciou as atividades de acolhimento apoiando o trabalho de pequenos orfanatos já existentes nas regiões de Bukavu e Goma para ofertar moradia, alimentação, educação, lazer e segurança às crianças em situação de rua, órfãs e em vulnerabilidade.
As atividades do polo Belo Horizonte, do projeto Fraternidade na Rua, foram encerradas. O trabalho da FSF na região acontecia em parceria com o Banho Solidário que seguirá normalmente suas atividades na região, pois já se encontra de forma bem estruturada para o atendimento de pessoas em situação de rua. Assim, o trabalho realiza uma pausa com intuito de retomar futuramente suas atividades na região.
A inauguração acontece com dez salas de aula e 184 crianças refugiadas no Campo Dzaleka. A educação é baseada no método Montessoriano e também oferece alimentação para todos os alunos.
A quarta edição do Encontro FSF ocorreu entre os dias 17 e 19 de abril, de forma totalmente virtual devido ao isolamento social exigido pela pandemia da Covid-19. Apesar da distância, fortalecemos o sentimento fraterno e reunimos muitas mãos à serviço do amor.
Lançamento do livro “A Alma Fala”, de Wagner Moura Gomes, com reflexões e depoimentos de vivências de fraternidade na FSF, com toda renda revertida para a Organização.
Primeira campanha de arrecadação virtual de cestas básicas para o Brasil e continente africano, beneficiando os projetos FSF e 69 instituições necessitadas pelo impacto da pandemia da Covid-19.
Em meio ao desafio da pandemia de Covid-19, iniciamos a campanha Coração Curumim, que levou ajuda humanitária para mais de 50 comunidades indígenas, das etnias Terena, Guarani e Kaiowá, nos estados de MS e MT, no Brasil; e localidades do Paraguai, com possibilidades sustentáveis, alimentos, água, itens de higiene e equipamentos de proteção.
Além do polo MS, com parceria da Clínica da Alma, o projeto chega às cidades de: São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ, Uberlândia/MG e Belo Horizonte/MG - com o objetivo de proporcionar diversas frentes e atuação de trabalho para acolher e auxiliar pessoas em situação de rua no Brasil.
Por meio de uma doação para essa finalidade, de levar a FSF ao conhecimento de mais pessoas, acontece a veiculação de 30 dias de dois comerciais transmitidos na emissora Globo News - nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Um dos VTs contou com a participação voluntária dos padrinhos e artistas Reynaldo Gianecchini e Alok, e o outro divulgou a chegada do projeto Fraternidade na Rua no RJ.
O idealizador da FSF, Wagner Moura Gomes, recebe o Prêmio Inspiração - promovido pelo programa Caldeirão do Huck, da emissora Globo. Na ocasião, o programa mostrou a história e trajetória de Wagner e da Fraternidade Sem Fronteiras, como um reconhecimento de cidadão inspirador e causa relevante para a sociedade.
Ação voluntária desenvolvida por Patrícia Espírito Santos, para oferecer oficina de costura aos acolhidos para confecção de roupas e acessórios. Isso capacita e gera renda.
O site da Fraternidade Sem Fronteiras ganhou sua versão em inglês e a passou a permitir que pessoas que vivem fora do Brasil possam apadrinhar e conhecer mais de perto o trabalho humanitário desenvolvido pela ONG e contribuir para que a missão atravesse continentes.
O Canadá também passa a ser mais um Núcleo da Organização fora do Brasil. Assim, o Fraternity Without Borders Canadá é registrado e implantado para espalhar e vivenciar a mensagem de fraternidade.
Em 15 de novembro de 2019, a FSF completou dez anos de fundação. Para comemorar o momento, a Organização cria o Dia Mundial FSF e com voluntários de diferentes localidades do mundo, realiza mais de 50 ações fraternas simultâneas em dez países (Brasil, Portugal, Suíça, Canadá, Inglaterra, Estados Unidos, Senegal, Moçambique, Malawi e Paraguai).
Ação voluntária desenvolvida por Magno Agostini, para o desenvolvimento das agroflorestas, por meio do cultivo das machambas, promovendo o cuidado, a regeneração do solo, do ecossistema e o reflorestamento da região, capacitando os acolhidos para realizar a manutenção, de modo a garantir a sustentabilidade do projeto.
O movimento cresce e a Organização tem a necessidade de espaço adequado para atender padrinhos, voluntários, Central de Presentes e a administração de todos os projetos humanitários. Investe então, na oportunidade da compra da sede própria - localizada na Rua Praia de Pituba, 53, Jardim dos Estados, em Campo Grande/MS -, onde também passa a realizar pequenos eventos, como o lançamento de novas ações e encontros de padrinhos da causa.
Mais um Núcleo se forma no exterior: agora o Fraternity Without Borders Estados Unidos, que também leva a causa ainda mais longe.
O movimento de fraternidade vai ao Haiti conhecer um projeto do coração de Jean Inoclair François - refugiado haitiano, que morava e trabalhava no Brasil, e enviava dinheiro ao Haiti para sustentar a família e quase 200 crianças. A Fraternidade Sem Fronteiras passa a apoiar os esforços humanitários e ajuda na construção da escola Escola Gnose de Village Quosqueya Hinche para alfabetizar e alimentar cerca de 500 crianças.
A Fraternidade Sem Fronteiras passa a apoiar causas no nordeste do Brasil: Com o Retratos (coordenação de Bismark Araujo), constrói casas para famílias do sertão nordestino; com Jardim das Borboletas (coordenação de Aline Teixeira da Silva), apoia o tratamento de pessoas com uma doença de pele rara e incurável, a epidermólise bolhosa, que exige cuidados de alto custo.
Cem famílias de Madagascar, que viviam em casinhas muito precárias passam a morar na Cidade da Fraternidade, idealizada e construída para oferecer vida nova à comunidade, com incentivo à cultura da paz e sustentabilidade. O projeto, inicialmente em área de 45 mil metros quadrados, contempla 100 casas, poço artesiano, produção, oficinas de trabalho e renda.
A FSF une-se à Clínica da Alma, em Campo Grande/MS/Brasil, para ajudar a vencer um dos maiores desafios sociais: a dependência química. O projeto Fraternidade na Rua nasce de uma parceria com este trabalho para fortalecer e ampliar o trabalho da Clínica, baseado na disciplina, laborterapia e espiritualidade. Mais adiante, o projeto ganha outros polos de trabalho.
A Fraternidade recebe os primeiros Núcleos internacionais: Fraternity Without Borders Suíça e Fraternity Without Borders Reino Unido. Nesse mesmo ano, o apadrinhamento passa a ser para o projeto e não mais para uma criança determinada, por motivo de o número de crianças ser maior que a capacidade de construir e equipar os centros de acolhimento e ainda, pelo fato de a ajuda humanitária crescer em países, causas e necessidades.
A FSF abraça a causa pelas crianças com microcefalia e apoia o projeto “Amor sem Dimensões”, que fica em Campina Grande/Paraíba/Brasil, unindo-se ao trabalho da médica e pesquisadora Adriana Melo, responsável pela descoberta da relação entre o zika vírus e a microcefalia. Projeto este que, com o tempo, amplia a ajuda para crianças com necessidades neurais, levando tratamento também a outros estados e locais.
A Fraternidade vai ao sul da ilha de Madagascar e cria o projeto "Ação Madagascar", iniciando o atendimento a famílias que sofrem com a fome e sede, em uma das piores crises humanitárias do mundo. De imediato realiza um trabalho humanitário emergencial e, de forma planejada, passa a acolher milhares de pessoas.
A Fraternidade vai ao sul da ilha de Madagascar e cria o projeto "Ação Madagascar", iniciando o atendimento a famílias que sofrem com a fome e sede, em uma das piores crises humanitárias do mundo. De imediato realiza um trabalho humanitário emergencial e, de forma planejada, passa a acolher milhares de pessoas.
A Orquestra Filarmônica Jovem Emmanuel (coordenação de Orion Cruz), localizado em Campo Grande/MS/Brasil, passa a integrar os projetos apoiados pela Fraternidade Sem Fronteiras. Mais adiante, a FSF assume a gestão e depois reestrutura o modelo criando seu próprio projeto.
Lançamento do Projeto “Brasil, um coração que acolhe”. A Fraternidade Sem Fronteiras chega em Boa Vista/Roraima/Brasil, para ajudar famílias venezuelanas que atravessam a fronteira com o Brasil, em busca de esperança, tentando vencer a pior crise humanitária da América Latina. Com a doação de um terreno, providenciou a instalação imediata de diversas barracas de camping, para abrigar o máximo de pessoas possível.
Em Ambovombe, no Campo da Paz, foi instalada a primeira Clínica Médica da FSF - em uma estrutura de madeira que funcionou até 2021. Médicos e uma equipe de enfermagem atendiam, em média, 150 pessoas por dia, com acompanhamento pré-natal, vacinação, rotina das crianças e o tratamento aos desnutridos. Além disso, existiam 30 leitos de internação, principalmente para os casos de desnutrição ou infecções respiratórias na infância.
O orfanato Chemin du Futur (coordenação de Edmilson Neto), localizado em Dakar/Senegal/África, é abraçado pela Fraternidade Sem Fronteiras. A região possui o maior fenômeno de crianças em situação de rua no mundo. Para ajudar a mudar a vida desses jovens, apoiamos o projeto para oferecer um lar, educação e capacitação.
O movimento fraterno constrói uma padaria em Muzumuia, onde a FSF abre o segundo centro de acolhimento. A iniciativa oferece aos jovens a oportunidade de aprender uma profissão e ainda, oferecer um produto necessário e com menor preço para a comunidade.
Início da perfuração de poços artesianos nas aldeias de Moçambique. A chegada da água permite o começo do cultivo sustentável, visando a autossustentação alimentar do projeto.
Alguns anos após o início do projeto, as primeiras crianças acolhidas são jovens e surgem novos desafios. Nas aldeias, eles têm chance de estudar apenas até a sexta série porque depois dessa etapa só existe escola na cidade. Sem dinheiro para o transporte, material escolar e uniforme, a grande maioria interrompe os estudos. Era preciso criar novas frentes de trabalho para ampará-los e orientá-los para o futuro. É criado então, o Projeto Jovem, que promove ações culturais e profissionalizantes para que eles continuem os estudos e desenvolvam possibilidades de geração de renda.
Em março de 2013 forma-se a primeira caravana para Moçambique/África, composta por 16 integrantes. A Fraternidade Sem Fronteiras dá os primeiros passos para conectar corações de irmãos que vivem em continentes diferentes e proporcionar a experiência do trabalho humanitário in loco.
Wagner retorna à Moçambique, levando os recursos do evento beneficente. Visita novamente as aldeias e, com a ajuda de algumas pessoas, é levado ao régulo - líder espiritual e religioso da aldeia a quem é necessário pedir autorização para realizar qualquer tipo de trabalho com a comunidade. Apresenta a ele o projeto idealizado, baseado em sete anos de experiência em trabalhos sociais no Brasil, e recebe a autorização.
Compra em Maputo os utensílios para montar o primeiro Centro de Acolhimento, volta para as aldeias e aluga uma antiga casa de portugueses, num terreno de 5 mil metros. Contrata monitores e cozinheiras locais, capacita para o trabalho fraterno. Em razão do custo, estima amparar 35 crianças, mas ao findar as visitas para o trabalho de cadastro, registra 70 crianças com necessidade de amparo urgente. Com o dobro do planejado e muita fé, abre o primeiro centro de acolhimento da Fraternidade Sem Fronteiras, em Barragem.
Contrata monitores, indicados pelas próprias pessoas da aldeia, com instrução até a sétima série; capacita minimamente, conforme a experiência de que dispunham; contrata também cozinheiras e, busca dentro da cultura africana, líderes naturais com vocação para o canto, as danças e brincadeiras nativas. Assim inicia o primeiro trabalho da FSF e nasce o projeto Acolher Moçambique.
Como manter o trabalho de assistência e criar condições para acolher ainda mais crianças em situação de extrema carência? Surge a ideia do apadrinhamento. A contribuição de R$50 por mês, garantiria a entrada e permanência de uma criança no projeto. Cada pessoa que abraçasse o projeto abriria vaga para mais uma criança. As doações avulsas e promoções seriam para a estrutura e montagem dos centros de acolhimento. O convite ao apadrinhamento, aos poucos, foi sendo acolhido no coração de muitos, no Brasil e também no exterior. Nesse mesmo ano, é lançada a campanha Estrutural Moçambique e a contribuição constrói cozinhas, banheiros, salas para atividades pedagógicas, viabilizando a estrutura mínima necessária ao acolhimento das crianças.
Em 2009, atendendo ao chamado do coração, Wagner Moura Gomes faz a primeira viagem à África, em Moçambique. Visita orfanatos, asilos, conhece crianças de rua e, posteriormente as aldeias, onde encontra grande número de órfãos, em decorrência do HIV e da malária, e a ausência de qualquer tipo de assistência às crianças. A partir daí, começa a pensar na fundação de uma organização não governamental para acolher essas crianças.
Wagner Moura Gomes retorna da primeira viagem à África, reúne os amigos mais próximos e propõe a criação da ONG. Junto ao grupo de voluntários, organiza um evento para 1 mil pessoas – um churrasco beneficente. A iniciativa rende R$25 mil e, com os amigos mais próximos, no dia 15 de novembro de 2009, Wagner funda a Organização humanitária Fraternidade Sem Fronteiras (FSF).