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ONG brasileira lança apadrinhamento para estudo e alimentação de crianças africanas

Fraternidade sem Fronteiras cria escola em Madagascar, 100% mantida por doações mensais

Por Laureane Schimidt – assessoria de imprensa FSF

 

A Organização humanitária Fraternidade sem Fronteiras (FSF) lançou uma modalidade de apadrinhamento para garantir o acesso de crianças à escola em Madagascar, no sul da ilha do país africano, onde a ONG atua com o Projeto Ação Madagascar, há seis anos.  Com a doação do valor mensal e contínuo de R$100 (menos R$3,50 por dia), é possível oferecer estudo em período integral, três refeições diárias, material escolar e uniforme para as crianças malgaxes. 

“Cada apadrinhamento no valor de R$100 garante o acesso de uma criança na escola com tudo que ela precisa para estudar. E mais que isso, é o despertar de sonhos no coração de cada uma delas para um futuro de melhores possibilidades e oportunidades. A Fraternidade sem Fronteiras acredita na educação como transformadora de vidas!”, resume o fundador-presidente da FSF, Wagner Moura Gomes. 

As crianças apadrinhadas irão estudar na primeira escola do Projeto Ação Madagascar, inaugurada em março deste ano, na Cidade da Fraternidade, em Ambovombe, que ganhou o nome de Horova, que em malgaxe, língua oficial da região, quer dizer “um bom lugar no futuro”. A escola tem 12 salas de aulas para atender até 1 mil crianças do ensino infantil ao ensino fundamental, com aulas em período integral, três refeições: café da manhã, almoço e lanche, material escolar, uniforme e aulas complementares de dança, inglês, francês, música e outras. 

“A construção dessa escola dá continuidade a um novo caminho para o futuro das nossas crianças malgaxes. Nosso primeiro compromisso quando chegamos no local foi atender a emergência do combate à fome e desnutrição. O nosso trabalho cresceu pela união dos padrinhos, madrinhas e voluntários que se dedicam e contribuem para que esse sonho se realizasse”, complementa Wagner. 

Atualmente, 124 alunos estão matriculados na faixa etária de 3 a 12 anos. Todos estavam fora da escola, sem estudos. Em Madagascar, o período letivo é diferente do Brasil, iniciando em setembro e a meta é conseguir os apadrinhamentos necessários para incluirmos pelo menos 500 crianças até o início das aulas. O apadrinhamento por ser feito pelo link: https://fraternidadesemfronteiras.colabore.org/apadrinhemadagascar. 

Para conhecer mais sobre a realidade, acesse: https://youtu.be/4Sd2oi8QBS0

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