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Centro de atendimento para crianças com microcefalia é inaugurado em Belo Horizonte- Minas Gerais

Este é o primeiro fora de Campina Grande para o tratamento da doença e tem o apoio da Fraternidade Sem Fronteiras 

Por Laureane Schimidt – Assessoria de Imprensa Sede FSF

Foi inaugurado, em Belo Horizonte, o IPESQ/BH – Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto. O centro de acolhimento para crianças com microcefalia pelo Zika vírus será no mesmo modelo do já existente em Campina Grande – Paraíba.  No local, serão oferecidos tratamentos com uma equipe multidisciplinar, formada por fisioterapeutas, médicos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e nutricionistas. O funcionamento será em conjunto com a Casa de Apoio Porto Esperança, que há 15 anos recebe crianças de todo o Brasil para tratamento em Belo Horizonte. “Os atendimentos começam com três crianças com microcefalia provocada pelo Zika Vírus. Os tratamentos serão ampliados conforme o surgimento de novos apadrinhamentos.  Somente com a ajuda dos padrinhos poderemos conseguir novos profissionais para atender as crianças e suas famílias com um atendimento de qualidade”, explicou Gabriela Abreu, fisioterapeuta e coordenadora do IPESQ/BH. 


Projeto Microcefalia, Amor sem dimensões – A fraternidade Sem Fronteiras abraça a causa das crianças com microcefalia no Brasil. O projeto nasceu do coração e da dedicação da médica e pesquisadora Adriana Melo. Ela é responsável pela descoberta da relação entre o Zika vírus e a microcefalia. Atualmente, o Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (IPESQ), fundado por Adriana Mello junto com um grupo de médicos de Campina Grande e Recife, atende 86 crianças com a doença. “A microcefalia provocada pelo Zika Vírus tem graves consequências: além do tamanho pequeno da cabeça, há um volume menor do cérebro e calcificações. E sabemos que quanto melhor e mais adequado for o tratamento, maiores as chances de uma redução nas complicações, se aproximando quase que de um desenvolvimento normal”, explica a médica Adriana Melo.  O custo do tratamento, pela rede particular, é, em média, de 20 mil reais. Pelo Projeto Microcefalia, Amor sem dimensões ninguém paga nada. Tudo é oferecido com a ajuda vinda dos padrinhos que fazem as doações mensais. 

 

Sobre a Fraternidade sem Fronteiras – A FSF é uma Organização humanitária e Não-Governamental, com sede em Campo Grande (MS) e atuação brasileira e internacional. A instituição possui 45 polos de trabalho, mantém centros de acolhimento, oferece alimentação, saúde, formação profissionalizante, educação, cultivo sustentável, construção de casas e ainda, abraça projetos de crianças com microcefalia e doença rara. 

Todos os trabalhos são mantidos por meio de doações e principalmente pelo apadrinhamento. Com R$50 mensais é possível contribuir com um projeto e fazer a diferença na vida de muitas pessoas. Entre seus maiores eventos estão: o IV Encontro Nacional Fraternidade sem Fronteiras, que será de 17 a 19 de abril de 2020, em São Paulo/SP/Brasil; e o I Encontro Internacional FSF, que será de 21 a 23 de agosto de 2020, em Biel/Bienne/Suíça. Mais informações podem ser obtidas pelo site tag3sistemas.com.br/fsf2025/ e pelas redes sociais: instagram, facebook, youtube e twitter

 

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