• 🇩🇪 DEU
  • 🇫🇷 FRA
  • 🇨🇭 CHE
  • 🇬🇧 GBR
  • 🇺🇸 USA
  • 🇨🇦 CAN
  • 🇩🇪 DEU
  • 🇫🇷 FRA
  • 🇨🇭 CHE
  • 🇬🇧 GBR
  • 🇺🇸 USA
  • 🇨🇦 CAN

Home > Blog

Madagascar precisa de ajuda!

Ambovombe/Madagascar está vivendo uma de suas maiores crises desde que chegamos por lá. Um surto de Sarampo acometeu a população desde o dia 12 de dezembro de 2018 e se intensificou na última semana com o retorno das aulas. Em três dias perdemos três crianças. Trabalhamos com uma equipe formada pela médica de família, Janaíne Camargo, três enfermeiros, três agentes de saúde e um tradutor e não estamos dando conta de atender a todos os doentes que chegam até o nosso Centro de Saúde no Campo da Paz.

Segunda a Dra. Janaíne, mais de 310 casos foram computados de dezembro até agora. Desse número, pelo menos 30 são crianças em estado grave.
“O sarampo é uma doença que se transmite por gotículas respiratórias no ar, ou seja, são disseminadas pela tosse ou espirros, tendo rápida propagação. Como as casas aqui são muito pequenas (2x2m) e abrigam em média de 6 a 10 pessoas, a transmissão é muito grande, já que são muitas pessoas respirando dentro de um ambiente muito pequeno”, explica ela, que continua, “o mesmo ocorre com as escolas, que tem em média 60 crianças por sala, em espaços pequenos e sem ventilação adequada. Outro fato agravante é que as partículas do vírus espalhadas pela tosse e espirros ficam no ambiente, podendo contaminar a pele e superfícies, possibilitando a contaminação também por meio de apertos de mão, abraços e cobertores”.

O Centro de Saúde montado está atendendo em lotação máxima e foi convertido, provisoriamente, em um hospital, recebendo todos os dias 60 novos casos. “O nosso orçamento quintuplicou. O estoque de medicamentos diminuiu e as farmácias locais não possuem remédios suficientes para fornecer, porque o país todo está em epidemia. Estamos recebendo ajuda da UNICEF que está doando o soro de tratamento oral e estamos tentando mobilizar uma campanha de vacina junto com as autoridades locais”, conta Janaíne.

Por isso, precisamos de você e do seu amor para mais uma ação a favor da vida. Uma caravana emergencial foi lançada, saindo do Brasil nesta segunda-feira (21). Você, médico e enfermeiro que tem disponibilidade, nos ajude!

No decorrer do trabalho aprendemos que nem todos os dias serão ensolarados. Desde que chegamos a Madagascar pudemos ver avanços significativos na saúde das crianças acolhidas. A desnutrição começou a perder força, famílias ganharam melhores moradias, agrofloresta chegou para transformar o solo e a alimentação das pessoas e a oficina de biocarvão veio melhorar a qualidade de vida dos acolhidos, dando uma renda extra aos trabalhadores. Mas Madagascar ainda precisa muito de nossa ajuda. É hora de agir. Para se inscrever é só mandar e-mail no caravanas03@fraternidadesemfronteiras.org.br ou entrar em contato pelo telefone (67) 99977-7993.

Que possamos nos unir ao coro silencioso dos anjos que nos guiam, rogando a Deus e pedindo que nos dê força para persistir e continuar. Junte-se a nós! 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Orquestra Fraternidade Sem Fronteiras recebe o projeto Livros no Tatame no polo Inápolis, em Campo Grande

Iniciativa une leitura compartilhada e escuta psicanalítica e passa a integrar as atividades oferecidas a crianças e adolescentes atendidos pelo projeto na capital Por Laureane Schimidt – assessoria de imprensa FSF O polo Inápolis da Orquestra Fraternidade Sem Fronteiras, em Campo Grande (MS), recebeu a primeira sessão do projeto Livros no Tatame, neste sábado, 26 de setembro. A iniciativa utiliza a leitura compartilhada e a escuta psicanalítica como ferramentas de acolhimento, expressão e desenvolvimento de crianças e adolescentes. A partir

Ler mais »

Construir a paz é transformar realidades

A Fraternidade Sem Fronteiras acredita que construir um mundo de paz passa pelo cuidado, pela dignidade, pelo respeito e pela criação de oportunidades para que cada pessoa possa transformar a própria história Por Laureane Schimidt e Ighor Avanci A paz pode parecer uma ideia ampla, ligada a grandes decisões, acordos entre países ou ao fim de conflitos. É tudo isso, sim. Mas ela também começa muito mais perto: na forma como enxergamos o outro, nas relações que construímos e nas

Ler mais »