• 🇩🇪 DEU
  • 🇫🇷 FRA
  • 🇨🇭 CHE
  • 🇬🇧 GBR
  • 🇺🇸 USA
  • 🇨🇦 CAN
  • 🇩🇪 DEU
  • 🇫🇷 FRA
  • 🇨🇭 CHE
  • 🇬🇧 GBR
  • 🇺🇸 USA
  • 🇨🇦 CAN

Home > Blog

Voluntária da Fraternidade sem Fronteiras faz bolos com renda destinada a ajudar crianças órfãs da guerra

O bolo chamado “cheio de Graça” é uma receita com mais de 30 anos na família

Por Laureane Schimidt – assessoria de imprensa FSF

Cláudia durante caravana ao Malawi, no Projeto Nação Ubuntu.

A voluntária da Organização humanitária Fraternidade sem Fronteiras (FSF), Cláudia Prado, de  58 anos, começou a fazer receitas de bolo com o objetivo de destinar toda a renda das vendas para o Projeto Órfãos do Congo, na República Democrática do Congo, em que acolhe crianças órfãs da guerra civil. 

“Comecei as receitas no dia 06 de janeiro e vou fazer até a véspera da minha viagem para a caravana da FSF ao Projeto Órfãos do Congo, em março. É uma maneira de contribuir com as inúmeras necessidades que existem naquele país”, explica a voluntária e madrinha da FSF, Cláudia Prado.

A receita escolhida para ajudar ao projeto envolve muito amor, carinho e saudades. O bolo chamado “cheio de graça” é uma homenagem a uma amiga da família, que ela conheceu aos cinco anos de idade, eram vizinhas e se chamava Maria da Graça.

“Eu tinha uma admiração imensa por aquela mulher. Foram décadas de convivência e ela partiu me deixando essa receita feita tantas vezes juntas. Escolher esta receita é homenagear a Maria da Graça, agradecer a bondade de Deus comigo e fazer algo por aqueles que mais precisam”, detalha Cláudia.

Ingredientes para o bolo

O bolo leva farinha de rosca, ovo, açúcar, açúcar mascavo, óleo, banana, castanha do Pará, nozes, noz moscada, canela, uva passa e fermento em pó.  A divulgação está nas redes sociais e os pedidos chegam todos os dias. O valor varia de 5 a 30 reais de acordo com o tamanho, é entregue em uma embalagem personalizada e identificada com o adesivo do Projeto Órfãos do Congo. 

“Assim como o fermento no bolo, esse trabalho voluntário cresce com o apoio dos amigos, da minha filha, do meu namorado e de todos que acreditam em um trabalho coletivo de compaixão e amor”, descreve a enfermeira aposentada de São Paulo. 

Claudia conheceu a FSF há três anos pelas redes sociais e participou no ano passado da caravana de saúde ao Malawi, no Projeto Nação Ubuntu. Na época também fez a venda de um almoço com feijoada, sorteio de prêmios e acessórios para arrecadar recursos ao projeto que iria conhecer. 

“Estou aposentada e quero usar este meu tempo livre para me aprofundar nos trabalhos voluntários. Depois do V Encontro da FSF em Uberlândia – MG, voltei com a convicção de que posso fazer mais, além do apadrinhamento, e assim farei”, afirma Cláudia. 

Para mais informações sobre o bolo “cheio de graça” pelo telefone 67 984755638  e pelo perfil @clauclauprado

Sobre o Projeto Órfãos do Congo –  desde novembro de 2021, Órfãos do Congo tem o objetivo de acolher crianças órfãs em situação de extrema vulnerabilidade pelas ruas da República Democrática do Congo, principalmente nas cidades de Bukavu e Goma. O projeto administra um centro de acolhimento para oferecer alimentação, moradia, educação, assistência médica e segurança para crianças órfãs, mães e gestantes das consequências de conflitos armados no país.

Caravanas da Fraternidade sem Fronteiras: é vivenciar uma experiência fraterna ao viajar para conhecer de perto os acolhidos, colaboradores e o dia-a-dia nos centros de acolhimento dos projetos da FSF. As caravanas são organizadas com a participação de padrinhos/madrinhas voluntários para Moçambique, Madagascar, República Democrática do Congo e Malawi, na África e para o Estado de Roraima, no Brasil. Para participar é preciso ser madrinha ou padrinho de um dos projetos da FSF e ter mais de 18 anos. Todos os custos da viagem são de responsabilidade do caravaneiro.

Mais informações e inscrições:  https://www.fraternidadesemfronteiras.org.br/destino-caravanas/

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Prince Kalolo: líder Ubuntu que fez da própria história um caminho para transformar outras vidas

Após fugir da violência na República Democrática do Congo e viver sete anos como refugiado no Malawi,  hoje, coordena  projeto em Madagascar, que atende mais de 11 mil pessoas Por Laureane Schimidt Em 2015, aos 22 anos, Prince Kalolo precisou deixar a República Democrática do Congo. A violência que atingiu sua família tornou impossível permanecer no país. Seu pai foi assassinado durante um ataque de um grupo rebelde e sua mãe chegou a ser mantida em cativeiro. Diante das ameaças,

Ler mais »

Maick Mutej: líder Ubuntu que transformou o recomeço em uma missão de acolher

Refugiado da República Democrática do Congo, ele viveu quatro anos no campo de Dzaleka, no Malawi, e hoje coordena no Burundi  projeto voltado ao acolhimento de crianças resgatadas da guerra Por Laureane Schimidt  Em janeiro de 2015, Maick Mutej Mukeba deixou sozinho a República Democrática do Congo (RDC). Aos 23 anos, precisou cruzar fronteiras em busca de segurança e encontrou refúgio no Malawi, onde passou os quatro anos seguintes no campo de refugiados de Dzaleka. A experiência do deslocamento forçado

Ler mais »