Números de impacto: Fraternidade Sem Fronteiras apresenta os resultados do trabalho humanitário em nove países

São 33 mil acolhidos, um milhão de refeições por mês em 77 polos de trabalho

Por Laureane Schimidt – assessoria de imprensa FSF

A Organização humanitária Fraternidade Sem Fronteiras (FSF) apresenta os novos resultados do trabalho de ajuda humanitária, os chamados números do amor, nos 10 projetos em que atua localizados em nove países nos continentes africano e americano: Acolher Moçambique, em Moçambique; Ação Madagascar, no sul da ilha de Madagascar; Nação Ubuntu, no Malawi; Órfãos do Congo, na República Democrática do Congo e no Burundi; Chemin du Futur, no Senegal; Fraternidade na Rua, no Brasil e Estados Unidos; Retratos de Esperança, na Bahia; Jardim das Borboletas, na Bahia e São Paulo, Amor sem dimensões, na Paraíba e Minas Gerais e Orquestra Fraternidade Sem Fronteiras, em Mato Grosso do Sul; e no Haiti.

A atuação da FSF se dá com 77 polos de trabalho, sendo os mais recentes no projeto Órfãos do Congo, no Burundi, com 326 crianças órfãs e vítimas da guerra, e, oito polos no Fraternidade na Rua nos Estados Unidos e mais cinco no Brasil . Ao todo, são mais de 33 600 mil pessoas acolhidas, principalmente crianças e jovens. A maioria deles está nos Projetos Acolher Moçambique, com 14 mil acolhidos, Ação Madagascar, com 11 mil, Nação Ubuntu, com três mil e Fraternidade na Rua com quase dois mil acolhidos.

Em um ano, a quantidade de refeições servidas aumentou 54%, saltando de 672 mil para 1 milhão e 35 mil por mês. 

A Fraternidade Sem Fronteiras construiu mais uma escola totalizando duas no Projeto Ação Madagascar e uma no Malawi garantindo educação a 3.185 crianças. Nas universidades, estão 51 jovens cursando o ensino superior e 14 já graduados.

Em 16 anos de história, foram entregues 680 novas casas para famílias no campo de refugiados de Dzaleka, no Malawi, em Madagascar, Moçambique e no sertão da Bahia. Além de 48 oficinas de trabalho e arte com geração de renda para colaboradores e acolhidos. Dois poços artesianos foram perfurados, chegando a 27 unidades, para levar água limpa e potável às regiões mais secas do mundo. Duas clínicas médicas estão em funcionamento no Malawi e Madagascar e três padarias instaladas.

“Todos esses resultados nos deixam felizes e na certeza que estamos cumprindo nossa missão de fazer o bem com a união de quem acredita em um mundo melhor, de paz e sem fome. Mas os desafios não param e nosso trabalho é permanente enquanto houver alguém em situação de vulnerabilidade”, afirma o fundador-presidente da FSF e ativista social, Wagner Moura Gomes. 

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Foto de Assessoria de imprensa FSF

Assessoria de imprensa FSF

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