• 🇩🇪 DEU
  • 🇫🇷 FRA
  • 🇨🇭 CHE
  • 🇬🇧 GBR
  • 🇺🇸 USA
  • 🇨🇦 CAN

Home > Blog

Projeto Brasil, um coração que acolhe recebe voluntários para serem acolhedores fraternos

O trabalho é novo, faz parte do centro psicossocial e será desenvolvida de forma on-line 

Por: Laureane Schimidt – assessoria de imprensa FSF

 

O Projeto Brasil, um coração que acolhe da Organização humanitária Fraternidade sem Fronteiras (FSF) está com oportunidade aberta para voluntários que queiram ser acolhedores fraternos. O trabalho será desenvolvido dentro do Centro Psicosocial e irá atender os refugiados venezuelanos que chegam ao Brasil e são acolhidos pelo projeto em Boa Vista – Roraima.

“A nossa prioridade é para quem já é madrinha ou padrinho da FSF com disponibidade afetiva, emocional, tempo e queria participar neste processo de acolhimento e interiorização dos nossos irmãos venezuelanos no nosso país”, explica a coordenadora do Centro Psicosocial, Fabiana Rodrigues.

Neste primeiro momento, será feito um cadastro dos voluntários interessados, uma triagem, depois um treinamento para que possam atuar de forma on-line de onde estiverem e de acordo com a disponibilidade de tempo e horário da semana.
Fabiana, que é psicóloga será a responsável pelo treinamento e acompanhamento de todo o trabalho de escuta dos voluntários junto aos venezuelanos. “Os venezuelanos chegam em situação de muita carência, perdas, mudanças culturais, econômicas. Eles estão vivendo um momento de muita fragilidade. E o acolhedor fraterno exercerá um respaldo para que este processo de chegada, estada e interiorização seja o mais fácil possível. O acolhedor fraterno será uma ponte afetiva em todo o processo. Uma palavra, um ouvido emprestado… são de extrema importância. É fazer com que os nossos irmãos vezenzuelanos não se sintam desamparados e sozinhos”.

O Centro Psicosocial é novidade no Projeto Brasil, um coração que acolhe e deverá atuar em vários setores – entre eles o do acolhimento fraterno, caravanas, suporte para a equipe de proteção e colaboradores, apoio à interiorização e o de capacitação aos voluntários.

“O centro começa com o acolhedor fraterno, mas o nosso objetivo é que ele seja uma ponte para o direcionamento e orientação de esforços para quem nos procura e quer nos ajudar. Queremos reunir pessoas com conhecimento em várias áreas – entre elas psicologia, assistência social, pedagogia e profissionais da área da saúde”, detalha o planejamento Arthur Dias, coordenador do Projeto Brasil, um coração que acolhe.

A intenção é que os primeiros trabalhos dos acolhedores fraternos comecem em setembro.

Sobre o Brasil, um coração que acolhe – em Roraima – RR, atuamos em dois centros de acolhimento para os venezuelanos que chegam ao país. Oferecemos alimentação, orientação para serviços de saúde e educação, aula de português e eles dividem responsabilidades nos cuidados com o ambiente. Em Manaus – AM, temos uma ação emergencial para a entrega de refeições aos venezuelanos alojados na rodoviária da cidade.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Dia Mundial do Refugiado: Fraternidade Sem Fronteiras transforma a realidade de mais de 3400 pessoas refugiadas na África

Projetos da organização atuam junto a pessoas que foram forçadas a deixar seus países por guerras, conflitos armados e violações de direitos humanos Por Laureane Schimidt – assessoria de imprensa FSF No dia 20 de junho, o mundo volta os olhos para uma das maiores crises humanitárias da atualidade: o deslocamento forçado de milhões de pessoas que precisaram abandonar suas casas para sobreviver. Dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) apontam que mais de 117,3 milhões de

Ler mais »

Casal de Uberlândia deixa a vida no Brasil para acolher 327 crianças refugiadas da guerra na África

Voluntários da Fraternidade Sem Fronteiras mostram como a solidariedade ajuda a reconstruir vidas no Burundi Por Laureane Schimidt – assessoria de imprensa FSF Enquanto milhões de pessoas em todo o mundo são obrigadas a abandonar suas casas por causa de guerras, perseguições e conflitos, um casal brasileiro decidiu fazer o caminho inverso: deixar a segurança do lar para viver uma missão humanitária ao lado de crianças refugiadas na África. Naturais de Uberlândia (MG), Elisangela Teixeira Alves Soares, de 51 anos,

Ler mais »