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Fraternidade na Europa

| | Eventos, Evolução dos Projetos, Histórias, Notícias, Realidade

A divulgação da causa na Europa encontra o amor e o trabalho de voluntários e leva adiante o sonho de fraternidade.

Em todas as línguas, em todos os corações. Esse é o intuito da Fraternidade Sem Fronteiras, em agenda pela Europa, durante 20 dias de palestras e reuniões para divulgação da causa e novos projetos. A convite de voluntários residentes na Europa, Wagner Moura, fundador e presidente da Fraternidade, apresenta o trabalho realizado nas aldeias de Moçambique e no sul da ilha de Madagascar.

“Nosso propósito é criar uma grande corrente de solidariedade, em ritmo de colmeia, milhares de abelhinhas, todo mundo fazendo um pouquinho. Não é só doar um valor, são pessoas que vibram e se movimentam. Esse é o sucesso da fraternidade, um resultado coletivo”, afirma Wagner.

A divulgação aumenta a corrente de forma natural, caravaneiros, padrinhos e voluntários fortalecem o grupo à base da fraternidade legítima, são corações na mesma sintonia, o trabalho cresce passando a missão de amor e doação da Organização. Foi o voluntário, Andrei Moreira, médico homeopata e palestrante, que fez o primeiro contato com a Fraternidade na Europa, abrindo caminho também nos Estados Unidos e outras nações. Hoje é o coordenador internacional das ações da ONG.

“Levar a FSF para o exterior é fazer com que esse ideal contagie o maior número de pessoas possível, partilhando o esforço de construir um mundo com menos distância. Estamos alinhando e capacitando o modo de realização da fraternidade, gerando sensibilização continua em captar padrinhos, arrecadar recursos, congregar caravaneiros e mobilizar esforços na difusão deste ideal”, afirma o médico.

Os encontros acontecem em Portugal, Suíça, Áustria, Alemanha, Itália e Inglaterra, onde voluntários mantém núcleos de trabalho em prol da Fraternidade. Suíça e Inglaterra implantaram uma filial da ONG.

Franziska Fehrenbach, coordenadora da FSF na Alemanha iniciou como madrinha. “Ouvi falar da Fraternidade em 2014, comecei acompanhar pelo Facebook. Senti-me tocada e decidi fazer parte iniciando com traduções, criando o site FSF na língua. Passei a coordenar a equipe alemã, divulgando a ONG. Precisamos de mais voluntários e a presença do Wagner fortalece o nosso movimento. A diversidade das culturas e a realidade de cada país é bem diferente. Temos caravaneiros da Alemanha, e participar colocando a mão na massa, muda realmente a gente”.

Luciano Diniz, voluntário representante da ONG em Portugal lembra que a matéria veiculada pela TV portuguesa, do jornalista José Gabriel Quaresma, sobre o trabalho humanitário em Moçambique, foi de grande impacto. “Comoveu e trouxe duas realidades: a primeira, da necessidade bruta e crua daquela gente; a segunda, a comovente participação dos brasileiros como voluntários a expressar tanto amor e empenho pela causa, de forma sem fronteiras”, relata o voluntário.

Gilson Guimarães é voluntário e representante da FRATERNITY WITHOUT BORDERS na Inglaterra, e carinhosamente chama os trabalhadores da causa de “guerreiros vorazes na quebra de Fronteiras”. Sente-se feliz por ajudar. “Em um período muito complicado, de um câncer que retornou e eu venci, senti que era o momento de devolver um pouco do que Deus tinha me concedido, a nova oportunidade de estar vivo. Desde então, juntamente com outros companheiros colaboradores, estamos trabalhando com pequenos movimentos para assim ver esta sementinha germinar em outros corações.”

A fraternidade sem Fronteiras é uma organização humanitária com olhos voltados para as regiões mais pobres do mundo. Começou em 2009 nas aldeias de Moçambique, hoje atua também em Madagascar, Senegal e Brasil. Os projetos são mantidos pelo sistema de apadrinhamentos e os resultados são transformadores. É possível conhecer e acompanhar o trabalho humanitário pelo site, agora traduzido em cinco idiomas, além do português.
• 253 mil refeições por mês
• 484 jovens na escola
• 270 trabalhadores diretos
• 162 idosos amparados
• 35 casas construídas
• 10 poços artesianos
• 1 padaria implantada
• 240 caravaneiros sem fronteiras
• 26 centros de acolhimentos
• 12 mil crianças acolhidas

 

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