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No dia da África, ONG de Mato Grosso do Sul leva ajuda humanitária a 20 mil pessoas no continente africano

Em quatro projetos da Fraternidade sem Fronteiras, são oferecidas mais de 564 mil refeições por mês 

Por Viviane Freitas – assessoria FSF

Na data em que se comemora o Dia da África, 25 de maio, a Organização Humanitária Fraternidade sem Fronteiras (FSF) celebra o desenvolvimento de quatro projetos de ajuda humanitária em uma das regiões mais pobres do mundo, na África Subsaariana. Com auxílio de padrinhos e doadores, a Organização acolhe  20 mil pessoas em 44 polos de trabalho e entrega mais de 564 mil refeições por mês, somente na África (a Organização atua também no Brasil).

Fundador-presidente da FSF, Wagner Moura Gomes com as crianças do projeto Nação Ubuntu

“Neste dia especial relembramos a nossa trajetória em prol de proporcionar uma vida digna àqueles que precisam tanto de uma oportunidade. Juntos, chegaremos mais longe”, comenta o fundador-presidente da FSF, Wagner Moura Gomes.

A Fraternidade sem Fronteiras tem projetos humanitários em quatro países do continente africano: Moçambique, Madagascar, Malawi e Senegal. 13 mil 919 pessoas são assistidas somente em Moçambique, com o  Acolher Moçambique, projeto pioneiro lançado pela FSF, em 2009, presente nas aldeias moçambicanas que viviam em extrema miséria. Atualmente são oferecidas 354 mil refeições por mês, em 30 centros de acolhimento. 

Apesar do cenário desafiador provocado pela pandemia da Covid-19, a ONG conseguiu fortalecer o movimento de padrinhos e apoiadores para ampliar o acolhimento e fechou o último ano com o acolhimento de 6 mil pessoas a mais do que em 2019.

Em Madagascar, no Ação Madagascar, criado em 2017, durante o último ano, o número de atendimentos às crianças com desnutrição dobrou, passando a 5.200. Nesta região, a Organização administra 13 centros de acolhimento com atendimentos médicos e  209 mil refeições por mês.

Já no Malawi, no projeto Nação Ubuntu, somente em 2020 foram entregues 50 casas para famílias refugiadas, além da construção de uma escola e um refeitório. O projeto é atuante desde setembro de 2018, e tem como objetivo principal mudar as histórias de vida e oferecer a crianças, jovens e toda a população de refugiados e malawianos em situação de vulnerabilidade um novo modelo de vida – uma nova oportunidade. 

No Senegal, desde 2016, o orfanato Chemin du Futur (Caminho para o Futuro) oferece, para 19 meninos, uma rotina de escola e cuidados com a saúde, além de música, esporte e capacitação para o trabalho.

“Os resultados alcançados são da força do coletivo, de todos juntos tentando fazer o melhor e assim consegue-se formar um grande elo de amor e de trabalho em prol do bem”, finaliza Wagner Moura Gomes.

Dia da África – Foi nesta data, em 1963, que se criou a Organização de Unidade Africana (OUA), na Etiópia, com o objetivo de defender e emancipar o continente africano.  É neste dia que se recorda a luta pela independência do continente africano, contra a colonização europeia e contra o regime do Apartheid, assim como simboliza o desejo de um continente mais unido, organizado, desenvolvido e livre. 

Apadrinhamento – O que garante a continuidade dos projetos humanitários é o apadrinhamento – doações mensais e permanentes. O apadrinhamento é no valor mínimo de R$50 mensais e pode ser direcionado para um dos projetos em andamento. Atualmente, são pelo menos 16 mil padrinhos brasileiros e estrangeiros que ajudam iniciativas como as da África. Em cada país, a ajuda é de uma forma, de acordo com a realidade local, que vai desde acesso à educação, à alimentação e à saúde. Acesse:https://www.fraternidadesemfronteiras.org.br/padrinho/apadrinhar.php

Sobre a Fraternidade sem Fronteiras – A FSF é uma Organização humanitária e Não-Governamental, com sede em Campo Grande (MS) e atuação brasileira e internacional. A instituição existe há 11 anos, possui 68 polos de trabalho, 10 projetos no Brasil e 4 na África subsaariana e mantém centros de acolhimento, oferece alimentação, saúde, formação profissionalizante, educação, cultivo sustentável, construção de casas e ainda, abraça projetos de crianças com microcefalia e doença rara.

 

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