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No RJ, Centro de acolhimento completa um ano de atendimento para as pessoas em situação de rua

Neste período, foram acolhidas pelo menos 48 mil refeições foram servidas com 13 toneladas de arroz,  feijão e carnes 

Por Laureane Schimidt – assessoria de imprensa da FSF

O projeto Fraternidade na rua, polo do Rio de Janeiro, da Organização humanitária Fraternidade sem Fronteiras (FSF), completou no último dia 30 de junho, um ano de funcionamento. Neste período, pelo menos 48 mil refeições foram servidas com 13 toneladas de arroz, feijão e carnes, além dos atendimentos médicos, sociais, psicológicos, de higiene e recolocação profissional. Por dia, a média de acolhimento no Centro de Acolhimento Referência é de 200 pessoas

“Estamos muito felizes e gratos por este um ano de muito trabalho e aprendizagem”, comemora Isabel Nascimento, coordenadora do projeto. 

Para comemorar a data, os voluntários prepararam a abertura dos trabalhos com música e prece, além de um cardápio especial de almoço, bolo e brigadeiro para a sobremesa. 

Inaugurado no dia 30 de junho de 2021, o Centro de Acolhimento Referência no Rio de Janeiro está em um prédio de 900 metros quadrados localizado na Rua do Senado, 52, no centro da capital fluminense. O ponto é estratégico para os serviços prestados pela Organização às pessoas em situação de rua, como higiene, refeições, recolocação profissional e atendimento à saúde.

“Este trabalho é resultado da união e da dedicação de muitas mãos e corações. Uma grande corrente de fraternidade no acolhimento dos nossos irmãos em situação de rua”, detalha o fundador-presidente da FSF, Wagner Moura Gomes.

O Centro funciona de  segunda a sexta-feira, das 9h às 15h. Por dia, pelo menos 20 voluntários se revezam para os atendimentos nas áreas de saúde, psicologia, assistência social, cozinha e artes. O local tem 11 banheiros divididos entre masculino e feminino, além de área para banho com duchas, cozinha ampla, refeitório e áreas para triagem e atendimento médico. 

“Vimos diversas necessidades, agravadas principalmente com a pandemia, e por isso optamos pela criação deste centro, para não só oferecer um prato de comida ao longo do dia, mas também um local com acolhimento de forma fraterna”, explica a coordenadora do Fraternidade na Rua – polo Rio de Janeiro, Isabel Nascimento. “Nosso objetivo é resgatar a identidade e dignidade dessas pessoas”, continua.  

Atualmente, a estimativa é de que pelo menos cinco mil pessoas vivem pelas ruas da região central do Rio de Janeiro.

Projeto Fraternidade na Rua– o projeto atua de forma expansiva na criação, manutenção e ampliação de diversas frentes de trabalho na transformação de pessoas em situação de rua no Brasil. É mantido pelo sistema de apadrinhamento, doações e mobilização de voluntários sensíveis à causa. 

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