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No dia do voluntariado, histórias inspiradoras de quem oferece amor ao próximo

Marilene, Eduardo, Soraia e Elisângela são voluntários da Fraternidade sem Fronteiras  

Por: Laureane Schimidt – assessoria de imprensa FSF

Nesta sexta-feira, 28 de agosto, é comemorado o Dia Nacional do Voluntariado. Para a Organização humanitária Fraternidade sem Fronteiras (FSF), a data é uma celebração por aqueles que dedicam tempo, amor e trabalho em prol das pessoas em situação de vulnerabilidade no Brasil e na África.

Os voluntários da Fraternidade sem Fronteiras estão espalhados por todos os estados brasileiros e em vários países, como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Suíça e no continente africano. “O voluntário pode desenvolver diversos tipos de trabalho de acordo com o desejo do seu coração, suas habilidades, sua potencialidade e criatividade. O importante é que as ações estejam baseadas nos valores de fraternidade, solidariedade, valorização do ser, espiritualidade e processos sustentáveis. Pode ser um bazar, divulgação, exposição, costura, acolhimento fraterno, entre outros”, explica a gerente de voluntariado da FSF, Ângela Araújo.

Eduardo e Marilene são voluntários na Central de Presentes, na sede da FSF, em Campo Grande – MS

O casal Marilene e Eduardo decidiram, desde maio de 2019, oferecer o conhecimento da profissão para os trabalhos na Central de Presentes, na sede da FSF, em Campo Grande – MS. “Nós tínhamos a vontade e a FSF a ação. Nós queríamos ajudar de alguma maneira, no que fosse possível dentro da FSF. E desde que começamos, o trabalho só nos trouxe alegrias e um privilégio de servir à fraternidade”, descreve o engenheiro aposentado Eduardo Gabrig.

“Você acha que está fazendo algo para as pessoas, mas é a ação que faz por nós. A gente tem a oportunidade de participar de tantos momentos que nos fazem sentir em um só coração e em uma grande família”, complementa Marilene Colman Gabrig, funcionária pública aposentada. 

Ela é responsável pelas fichas e etiquetas da Central de Presentes. Ele criou um sistema de automação para as demandas do setor e está expandindo para outros setores. O trabalho não parou no período de isolamento social e de casa, eles continuam a contribuir. “O nosso pouquinho faz toda a diferença!”, agradece Marilene. 

Soraia Monteiro, durante uma caravana de voluntários na Clínica da Alma, pelo Projeto Fraternidade na Rua.

Foi de uma ação emergencial e pontual, durante os almoços de Natal, na rodoviária de Campo Grande/MS, que Soraia Monteiro expandiu o trabalho de voluntariado em prol dos moradores de rua com dependência química. Desde 2018, ela coordena, como voluntária, o Projeto Fraternidade na Rua em parceria com a Clínica da Alma. “Percebemos que era preciso fazer mais por aqueles que estavam desamparados na rua. Como já conhecíamos o trabalho da Clínica da Alma, conduzido pelo Pastor Milton, decidimos apoiá-lo e expandir a ação para a recuperação de quem morava na rua”, relembra Soraia.

Atualmente, a Clínica da Alma acolhe 350 pessoas, entre homens e mulheres,  oferece tratamento e assistência social e psicológica. O trabalho de Soraia é buscar reforços generosos de quem pode ajudar o Projeto com apadrinhamentos, doações e qualquer tipo de suporte aos acolhidos. Além disso, ela organiza caravanas para visitação à Clínica da Alma, todo último domingo de cada mês, em tempos sem pandemia.“Parece-me que tudo que já vivi na minha vida foi para viver este momento dentro do Fraternidade na Rua. Quando as pessoas sentem e olham o trabalho, elas saem impactadas. Elas percebem o valor da ação. E isso acontece comigo todos os dias”, emociona-se Soraia. 

Elisângela é voluntária e participante da Orquestra Filarmônica Jovem Emmanuel.

Elisângela decidiu devolver todo o conhecimento musical adquirido na Orquestra Filarmônica Jovem Emmanuel em trabalho voluntário no mesmo projeto. Além de aluna, ela oferece tempo e carinho para as “ações nos bastidores”, como gosta de dizer. “Sou como uma secretária para o maestro Orion. O que ele precisa, eu estou pronta para ajudar. E faço isso porque quero retribuir todo o bem que participar da orquestra faz. Aprender música para mim não tem preço. Estar entre professores músicos desse time maravilhoso é indescritível, são profissionais de altíssimo nível. O projeto faz muito mais por mim, do que eu pelo projeto”, conta agradecida, Elisângela Costa Sandim, aprendiz de clarinete e flauta transversal.  

O impulso solidário, praticado individualmente, quando somado, transforma vidas e faz chegar a quem precisa os recursos necessários. Na Fraternidade sem Fronteiras, qualquer pessoa pode ser voluntária. “O importante é que ela tenha o desejo no coração de servir ao próximo e buscar vivenciar e incentivar os valores da Fraternidade sem Fronteiras”, incentiva Ângela. 

 

Quem quiser ser um voluntário da FSF basta enviar um e-mail para voluntarios@fraternidadesemfronteiras.org.br

 

 

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