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V Encontro Fraternidade sem Fronteiras

Como era de se esperar, após dois anos sem eventos presenciais da Fraternidade sem Fronteiras, as expectativas eram grandes para ficar por dentro de todas as novidades, ações e projetos da Organização. Além, é claro, de rever e dar aquele abraço fraterno na equipe toda.

No primeiro dia do evento, a Orquestra Alexa se apresentou aos participantes que realizavam o credenciamento do V Encontro FSF

Na recepção do evento, a Orquestra Alexa, coordenada pelo Maestro Zezinho, encantou a todos os presentes, que não largavam os celulares registrando cada momento.

O fundador-presidente da Fraternidade sem Fronteiras, Wagner Moura Gomes, teve a honra de fazer a abertura. Iniciou dizendo o quanto sentia falta de estar nos eventos presenciais, ver, estar com as pessoas e sentir a energia de todos. Agradeceu a presença de cada um, assim como o esforço dos organizadores para tornar o Encontro real.

Em seu breve discurso, Wagner contou um pouco sobre a Organização e lembrou que nada seria possível sem a união, sem as pessoas. E reforçou: “Um dos pilares do Encontro é a espiritualidade, que nos conecta uns aos outros”. Ele fez algumas reflexões sobre suas vivências dentro da Fraternidade e finalizou: “o importante é que somos todos irmãos”.

 

Palestras

Rossandro Kinjley, foi o primeiro palestrante do V Encontro

Com o tema ‘Quem não sabe servir, não sabe o que é ser feliz’, Rossandro Klinjey, o escritor, psicólogo e amigo da FSF, começou falando sobre os momentos difíceis que temos passado diante a pandemia da Covid-19 e ainda mais em um momento político tão tenso, que tem desconectado as famílias.

Uma das dezenas de frases marcantes dele foi ‘vivemos em uma sociedade desconsagrada’, isto é, perdeu o que é sagrado – amor e união. Ao longo da palestra Rossandro refletiu assuntos diversos com a plateia. O egocentrismo, a desconstrução humana, o simples fato dos familiares se afastarem por terem opiniões diferentes quanto à política. Falou também sobre como a espiritualidade/religiosidade une as pessoas: “Quem imaginou reunir mais de mil pessoas para falar sobre espiritualidade!”

Utilizou boa parte do seu tempo focando no quão relevante é o ato de servir. A frase ‘temos que servir’ foi constante.

“Fazer o bem, nos faz bem! Produz endorfina (hormônio da felicidade) em nosso corpo!”. “A raça humana começou com um cuidando do outro”. 

Rossandro citou também exemplificou o ato de servir com trechos da bíblia. E enfatizou: “Temos que enxergar as dores lá de fora e parar de reclamar”.

Andrei Moreira, presidente de Relações Públicas da FSF, mediou as palestras do V Encontro FSF

Andrei Moreira, diretor de relações públicas da FSF, juntamente com o estudioso do evangelho e amigo da causa FSF, Simão Pedro fizeram o painel ‘O voluntariado que resgata a dignidade do ser’. 

Andrei aproveitou a oportunidade para contar parte de suas experiências  e as mudanças que aconteceram em sua vida depois das idas e vindas à África e aos projetos da ONG.

 

 

 

Simão Pedro, que foi um dos palestrantes do 1º dia do V Encontrou, falou sobre os sentimentos que envolvem o voluntariado

Simão usou o tema do painel para incutir nos presentes a natureza do homem: “Amar, dignificar, respeitar…faz parte do ser humano, é natural!”.

Ao longo do bate-papo, Andrei pediu para Simão explicar o que é o voluntariado. Ele disse de forma simples e direta: “Voluntariado tem que vir do coração, da amorosidade antes da moeda. Dar o que tem é importante, mas ter amorosidade, afeto, empatia é essencial (a chave)”. 

Só para reforçar ainda mais ambos disseram que ‘voluntariado é sentir, é conectar-se com o outro, com o próximo’.

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