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Fraternidade sem Fronteiras encerra evento em Belo Horizonte com a apresentação dos trabalhos em Madagascar e no acolhimento de pessoas com doenças raras

Ainda no domingo, Rossandro Klinjey, Lucia Helena Galvão e Fabricio Carpinejar fizeram palestra


Por Laureane Schimidt – assessoria de imprensa FSF


A Organização humanitária Fraternidade sem Fronteiras (FSF) encerrou, neste domingo, dia 14 abril, o Evento Beneficente, em Belo Horizonte – MG, com plateia lotada no Cine Teatro Brasil acompanhou diversas apresentações, entre elas o trabalho de ajuda humanitária realizado em Madagascar, com o Projeto Ação Madagascar, onde a FSF irá oferecer para cinco mil novas crianças uma refeição por dia a partir do que foi arrecadado com a Campanha Um real. Um prato de comida. Um dia sem fome!  

“Foram doados R$510 mil que serão transformados em comida para essas crianças que estão em desnutrição e sem amparo. Vamos socorrer para que elas não morram de fome”, afirmou o fundador-presidente da FSF, Wagner Moura Gomes, que estava acompanhado de padrinhos e caravaneiros durante o painel Ação Madagascar, que aproveitaram para falar sobre o andamento da Escola Horova com 420 alunos matriculados em período integral.

“A educação é um sonho potente para ser luz aos futuro dos nossos acolhidos. E vamos persistir no amor e na união para poder transformar ainda mais vidas em Madagascar”, disse Gysélle Tannous, idealizadora da Escola Horova.

Na sequência, os participantes conheceram com mais detalhes sobre o acolhimento da FSF para pessoas com doenças raras, a Epidermólise Bolhosa e a Microcefalia.

“Estamos falando de uma doença sem cura, rara, genética que é comparada como uma queimadura de terceiro grau pela dor que causa. Além da dor externa, na pele propriamente dita, tem as lesões no aparelho digestivo. O nosso desejo é oferecer mais amor para que eles tenham menos dor. Porém é um tratamento caro. Por mês, nossas despesas são, em média, R$800 mil”, reforçou a coordenadora do Projeto Jardim das Borboletas, Aline Teixeira, que atualmente está com 150 acolhidos com Epidermólise Bolhosa e uma fila de espera com 15 pessoas.

O projeto Microcefalia, amor sem dimensões apresentou a força e a luta de famílias, principalmente, das mães, com crianças com Microcefalia, nos polos de Belo Horizonte e Campina Grande – PB, no Centro de Atendimento Integral do Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (Ipesq).


“O amor e o tratamento que nossos filhos recebem neste projeto nos ajudam a transformar e a continuar com a nossa história. Por isso, o apadrinhamento é tão importante para que eles continuem a receber todos os atendimentos médicos e de fisioterapia. Incluir é participar. Participe com a gente”, convocou Lorna Alves, mãe da Ana Luiza, acolhia no Amor sem Dimensões. 


Ainda durante o dia de domingo, os participantes puderam acompanhar as palestras com o diretor de relações públicas e coordenador dos núcleos internacionais da FSF, Andrei Moreira, sobre “Ancestralidade: honra, conexão e fluxo da vida”; e com o casal de voluntários Priscila Reginaldo Silva e Betto Gomes, sobre “Uma fraternidade antirracista”. O psicólogo Rossandro Klinjey falou sobre a felicidade a partir do servir.

“A sua dor não lhe impede de servir. O servir vai te curar, tapar suas carências, mostrará os recursos que tanto busca e você passará a ver o essencial para ser feliz”, falou Rossandro. 

Pela primeira em um evento da FSF, a filósofa e escritora Lúcia Helena Galvão palestrou sobre “A conduta moral que embeleza a vida”, e o escritor, jornalista e comentarista, Fabrício Carpinejar, sobre “A proteção do afeto: o amor faz sombra mais do que luz”.

 

“Não podemos deixar ninguém invisível ao nosso lado. Não importa onde estão, de onde vem… O que fazemos para o outro é encomenda para nós”, refletiu em um dos momentos da palestra, Carpinejar. 

 

As apresentações musicais do segundo dia de evento em Belo Horizonte foram com o bloco de carnaval Gato Escaldado, que desde 2015 atua na divulgação da Epidermólise Bolhosa, e com o intérprete e finalista do The Voice Brasil,  Gustavo Boná, acompanhado pelo maestro Felipe Carretiero nos violões e pelo violoncelista, Lucas Tavares.


 


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