• 🇩🇪 DEU
  • 🇫🇷 FRA
  • 🇨🇭 CHE
  • 🇬🇧 GBR
  • 🇺🇸 USA
  • 🇨🇦 CAN

Home > Blog

Contratada para diagnosticar Microcefalia, Marina se tornou voluntária e hoje sonha em “derramar amor” às crianças de outros países

Por Mariely Barros – jornalista voluntária FSF

 Há sete anos a biomédica Mariana Balbino da Silva, 31 anos, foi contratada para um emprego que mudaria sua visão de mundo e a faria se apaixonar pelo mundo do voluntariado. Na época, a hoje madrinha do projeto Microcefalia: Amor Sem Dimensões iniciou o seu trabalho com crianças diagnosticadas com Microcefalia provocada pelo Zika Vírus, no Instituto de pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (Ipesq), em Campina Grande – Paraíba.

Inicialmente Marina trabalhou na triagem das gestantes com diagnóstico de Zika Vírus e atualmente ela compõe a coordenação administrativa do instituto, que é apoiado pela Fraternidade sem Fronteira. Neste primeiro contato com gestantes, a biomédica viu de perto as dificuldades e as necessidades das mães e famílias que buscam por atendimento.

Com a missão de dar mais qualidade de vida a essas pessoas, ela apadrinhou o projeto e hoje também trabalha fora do seu expediente como voluntária na instituição, participando das ações para arrecadar doações e também divulgando a FSF, com isso ela consegue oferecer ajuda financeira, profissional e também as demais demandas das crianças atendidas.  “A fraternidade deixa digitais nas pessoas e elas não se apagam”, diz sobre seus dias como voluntária.

Para além das vidas que melhorou com seu trabalho, Marina relata ter tido sua vida transformada nesse período. A experiência de servir a essas famílias trouxe a ela sentimento de amor sendo derramado em sua vida. “A Fraternidade sem Fronteiras me ensinou a ter mais amor e fraternidade com as pessoas e a ser uma pessoa melhor também. É o maior exemplo de comunhão que encontro na vida.

Realizada com tudo que aprendeu no Brasil ao longo desses anos, a voluntária agora sonha em participar das caravanas de ajuda humanitária da FSF, na África. “É um sonho grande que ganhou ainda mais sentido quando fiz o acompanhamento de uma criança angolana diagnosticada com microcefalia”, explica. Ao comentar sobre o desejo de embarcar nas viagens em breve, ela descreve que sente uma dor no coração pelas vidas que vivem do outro lado mundo e o alívio vem quando ela se imagina lá, participando de ações sociais com o acolhimento às crianças. “Me vejo acolhendo, higiene pessoal, atividades lúdicas e tudo que precisar para essas crianças, tenho certeza que será uma doação de amor”, finaliza.

 

 

 

 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Dia Mundial do Refugiado: Fraternidade Sem Fronteiras transforma a realidade de mais de 3400 pessoas refugiadas na África

Projetos da organização atuam junto a pessoas que foram forçadas a deixar seus países por guerras, conflitos armados e violações de direitos humanos Por Laureane Schimidt – assessoria de imprensa FSF No dia 20 de junho, o mundo volta os olhos para uma das maiores crises humanitárias da atualidade: o deslocamento forçado de milhões de pessoas que precisaram abandonar suas casas para sobreviver. Dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) apontam que mais de 117,3 milhões de

Ler mais »

Casal de Uberlândia deixa a vida no Brasil para acolher 327 crianças refugiadas da guerra na África

Voluntários da Fraternidade Sem Fronteiras mostram como a solidariedade ajuda a reconstruir vidas no Burundi Por Laureane Schimidt – assessoria de imprensa FSF Enquanto milhões de pessoas em todo o mundo são obrigadas a abandonar suas casas por causa de guerras, perseguições e conflitos, um casal brasileiro decidiu fazer o caminho inverso: deixar a segurança do lar para viver uma missão humanitária ao lado de crianças refugiadas na África. Naturais de Uberlândia (MG), Elisangela Teixeira Alves Soares, de 51 anos,

Ler mais »