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Contratada para diagnosticar Microcefalia, Marina se tornou voluntária e hoje sonha em “derramar amor” às crianças de outros países

Por Mariely Barros – jornalista voluntária FSF

 Há sete anos a biomédica Mariana Balbino da Silva, 31 anos, foi contratada para um emprego que mudaria sua visão de mundo e a faria se apaixonar pelo mundo do voluntariado. Na época, a hoje madrinha do projeto Microcefalia: Amor Sem Dimensões iniciou o seu trabalho com crianças diagnosticadas com Microcefalia provocada pelo Zika Vírus, no Instituto de pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (Ipesq), em Campina Grande – Paraíba.

Inicialmente Marina trabalhou na triagem das gestantes com diagnóstico de Zika Vírus e atualmente ela compõe a coordenação administrativa do instituto, que é apoiado pela Fraternidade sem Fronteira. Neste primeiro contato com gestantes, a biomédica viu de perto as dificuldades e as necessidades das mães e famílias que buscam por atendimento.

Com a missão de dar mais qualidade de vida a essas pessoas, ela apadrinhou o projeto e hoje também trabalha fora do seu expediente como voluntária na instituição, participando das ações para arrecadar doações e também divulgando a FSF, com isso ela consegue oferecer ajuda financeira, profissional e também as demais demandas das crianças atendidas.  “A fraternidade deixa digitais nas pessoas e elas não se apagam”, diz sobre seus dias como voluntária.

Para além das vidas que melhorou com seu trabalho, Marina relata ter tido sua vida transformada nesse período. A experiência de servir a essas famílias trouxe a ela sentimento de amor sendo derramado em sua vida. “A Fraternidade sem Fronteiras me ensinou a ter mais amor e fraternidade com as pessoas e a ser uma pessoa melhor também. É o maior exemplo de comunhão que encontro na vida.

Realizada com tudo que aprendeu no Brasil ao longo desses anos, a voluntária agora sonha em participar das caravanas de ajuda humanitária da FSF, na África. “É um sonho grande que ganhou ainda mais sentido quando fiz o acompanhamento de uma criança angolana diagnosticada com microcefalia”, explica. Ao comentar sobre o desejo de embarcar nas viagens em breve, ela descreve que sente uma dor no coração pelas vidas que vivem do outro lado mundo e o alívio vem quando ela se imagina lá, participando de ações sociais com o acolhimento às crianças. “Me vejo acolhendo, higiene pessoal, atividades lúdicas e tudo que precisar para essas crianças, tenho certeza que será uma doação de amor”, finaliza.

 

 

 

 

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