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“Batique” (ou batik) é uma técnica de tingimento em tecido artesanal muito conhecida no mundo todo. Na África as peças são bastante coloridas e os temas desenhados remetem aos animais e desenhos em forma de mulheres africanas, com suas bacias e baldes, ou trouxas que carregam na cabeça.

Arte sem Fronteiras é nome do projeto da Organização humanitária Fraternidade sem Fronteiras, em que aproximadamente 30 jovens de Barragem, Matuba e Muzumuia, três aldeias de Moçambique, desenvolvem as peças artesanais. A mão de obra é toda produzida no centro de acolhimento da ONG em Muzumuia, que desde 2009, acolhe crianças órfãs no país.

Valéria Pinheiro é caravaneira e coordenadora do projeto, que começou em agosto deste ano, 2017, deu-se início a produção das peças. “A ideia surgiu a partir de uma caravana que participei. Percebi que os jovens tinham talento para o desenho, pintura e escultura. Minha vontade era de contribuir através da arte para o desenvolvimento educacional e motivador dessas crianças e jovens de Moçambique.”

De tempos em tempos, voluntários da FSF se deslocam em caravanas para a África, e prestam atendimentos voluntários na região, médicos, odontológicos, psicológico, higiene pessoal… Atividades culturais fazem parte do processo que une a arte como possibilidade de desenvolvimento humano e autossustentável.

“Em fevereiro retorno para África levando cerâmica. Produziremos esculturas e utensílio. Precisamos dar possibilidades de arte e artesanato dentro dos materiais encontrados na região. Queremos que o projeto cresça e possibilite um turno fora da escola, trazendo novas possibilidades a esses jovens”. Conclui a caravaneira, mestranda em educação. Sua pesquisa de campo é baseada nos jovens do projeto.

Cerca de quatro horas, é o tempo de criação da peça até o processo final de secagem. Cada trabalho é original e feito à mão. O “quadrinho” custa 500 meticais – dinheiro local em Moçambique – R$25,00. A renda das vendas aos caravaneiros é dividida entre as famílias dos jovens e a compra de mais materiais para novas produções.

Samuel Mungoi é profissional da arte e se desloca a cada 15 dias de Maputo, onde mora, para a aldeia de Muzumuia. Cerca de quatro horas de viagem para ensinar as crianças a confeccionar o ‘BATIK’. “A ideia da Fraternidade é de que essas crianças aprendam uma nova profissão com o Batik, e quem sabe possam viver do trabalho do Batik. Essa arte é muito importante na sociedade moçambicana”.

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