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Apadrinhamento é o que garante a continuidade de projetos humanitários no Brasil e na África

Com R$50 por mês, a ONG Fraternidade sem Fronteiras consegue garantir alimentação e educação para jovens e crianças em situação de vulnerabilidade

Por: Laureane Schimidt – assessoria de imprensa FSF

A Organização humanitária Fraternidade sem Fronteiras (FSF) garante a manutenção dos 10 projetos de ajuda humanitária no Brasil e na África a partir de doações mensais e permanentes, o chamado apadrinhamento. O apadrinhamento é no valor mínino de R$50 mensais e pode ser direcionado para um dos projetos em andamento. 

“Entendemos que Apadrinhar é Amar! O apadrinhamento é o coração dos projetos FSF e ser uma madrinha ou uma padrinho da Organização é muito mais que uma contribuição mensal, é a concretização da ‘força do um’, que na coletividade, resulta em transformações e vivência de fraternidade”, explica a gerente de Comunicação, Marketing&Relacionamento da FSF, Marcele Aroca Camy.

Atualmente, são pelo menos 16 mil padrinhos brasileiros e estrangeiros que ajudam iniciativas em seis países: Brasil, Moçambique, Malawi, Madagascar, Senegal e Haiti. Em cada país, a ajuda é de uma forma, de acordo com a realidade local, que vai desde acesso à educação, à alimentação e à saúde.

No continente africano, a Fraternidade sem Fronteiras atua com os projetos:

Ação Madagascar – com o apadrinhamento é possível combater a desnutrição de crianças, oferecer água limpa, cuidados com a higiene e educação. Além da construção da Cidade da Fraternidade com 100 casas, até agora.

Acolher Moçambique – com 30 polos de trabalho e acolhimento de aproximadamente 12 mil crianças das aldeias moçambicanas que viviam na extrema miséria, a maioria delas órfãs de pais vítimas pelo vírus HIV. Em ambiente de incentivo à vivência fraterna, recebem alimentação, cuidados com a saúde, orientação à higiene, participam de atividades pedagógicas, recreativas e culturais.

Chemin du Futur (Caminho para o Futuro) – é um orfanato no Senegal onde é oferecida  uma rotina de escola e cuidados com a saúde, além de música, esporte e capacitação para o trabalho.

Nação Ubuntu – as doações vindas pelos apadrinhamentos são usados para a construção de escolas como alternativa para a mudança de vida de crianças, jovens e toda a população de refugiados e malawianos. Atualmente, 200 crianças estão matriculadas na pré-escola da escola Nação Ubuntu. 

No Haiti, a ajuda é na construção de uma escola e na alimentação de 200 crianças.

No Brasil, o apadrinhamento proporciona o desenvolvimento de oito atividades em diferentes estados a partir dos projetos:

Brasil, um coração que acolhe – a atuação é em  Roraima – RR com dois centros de acolhimento para os venezuelanos que chegam ao país. São oferecidas refeições, orientação para serviços de saúde e educação, aula de português e eles dividem responsabilidades nos cuidados com o ambiente. Além disso, em Pacaraima – RR, há um Centro de Capacitação e Referência para a reinserção ao mercado de trabalho de brasileiros e venezuelanos. O trabalho do projeto também é de interiorização das famílias venezuelanas nos estados brasileiros.

Microcefalia, amor sem dimensões – 211 crianças estão em tratamento multidisciplinar para crianças com microcefalia em quatro polos de trabalho: Campina Grande (PB), Belo Horizonte (MG), Maceió (AL) e Angola (África). 

Orquestra Filarmônica Jovem Emmanueloferece aulas de violino, viola clássica, violoncelo, contrabaixo, flautas transversal e barroca e clarinete para crianças e jovens de Campo Grande – MS. 

Fraternidade na Rua –  o objetivo é auxiliar pessoas em situação de rua nos estados de Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Além de oferecer, de graça, pela Clínica da Alma, tratamento aos dependentes químicos que queiram deixar o vício das drogas. 

Retratos de Esperança – constrói casas, oferece reforço escolar, projeto de música e aulas de futebol no Sertão da Bahia. Até setembro de 2021, a Vila da Esperança, com 21 casas, será entregue para as famílias. 

Jardim das Borboletas – 71 crianças diagnosticadas com Epidermólise Bolhosa recebem assistência médica, psicológica, assistência social e ajuda na compra de remédios e curativos. 

Qualquer pessoa no mundo pode ser um padrinho ou madrinha e escolher o projeto que mais se identifica. Atualmente, o apadrinhamento contribui para o funcionamento de 68 polos de trabalho com o acolhimento de 21 mil pessoas com o oferecimento de 580 mil refeições por mês, entre outras transformações.

“Já fizemos muito, mas é preciso agir sempre! Há muitas crianças que ainda precisam da nossa ajuda para poder comer e ter uma oportunidade de vida melhor e diferente. Se formos juntos, chegaremos mais longe”, espera o fundador-presidente da FSF Wagner Moura Gomes.

Para apadrinhar, acesse e faça parte da transformação de vidas: https://apadrinhe.fraternidadesemfronteiras.org.br/fraternidade. Apadrinhar é amar!

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