• 🇩🇪 DEU
  • 🇫🇷 FRA
  • 🇨🇭 CHE
  • 🇬🇧 GBR
  • 🇺🇸 USA
  • 🇨🇦 CAN

Home > Blog

Projeto Brasil, um coração que acolhe passa por ampliação e chega a quase dois mil acolhimentos de refugiados e migrantes venezuelanos

Em Roraima, a nova frente de trabalho é a coordenação do Centro de Acolhimento Indígena Jardim Floresta


Por Taemã Oliveira, assessoria de imprensa FSF/Boa Vista – Roraima

O Projeto Brasil, um coração que acolhe, da Organização humanitária e Não-Governamental Fraternidade sem Fronteiras (FSF), localizado no estado de Roraima, passa por mais uma reestruturação e quadruplica o número de acolhimento, passando de 500 refugiados e migrantes venezuelanos acolhidos em dezembro de 2021 para quase dois mil em fevereiro de 2022. 

Desde o dia 1º de fevereiro, o projeto assumiu a gestão humanitária de mais um centro de acolhimento, desta vez o primeiro indígena, Jardim Floresta. O espaço tem capacidade para 460 indígenas e atualmente está com quase 430 acolhidos, sendo, principalmente, idosos e crianças das etnias venezuelanas Warao e Eñepa, além das Kariña e Pemón. Este é um dos cinco abrigos indígenas da Operação Acolhida no estado de Roraima.

Dez novas vagas de emprego foram abertas para ampliar o quadro de colaboradores para atender ao novo centro de acolhimento do projeto, de aproximadamente 25 colaboradores em 2021 para 48 em 2022. 

O projeto Brasil, um coração que acolhe passa a atuar com cinco frentes de trabalho. Na capital, Boa Vista, com três Centros de Acolhimento e um Setor de Interiorização, e em Pacaraima, fronteira com a Venezuela, com o Centro de Capacitação e Referência. 

No início deste ano, o projeto também assumiu a gestão humanitária do Centro de Acolhimento Pricumã. O Espaço Emergencial 13 de Setembro foi ampliado e passou de 270 para quase 500 acolhidos. Com a ampliação, as atividades e os acolhidos do Centro de Acolhimento São Vicente 2 foram transferidos para lá. 

Com este remanejamento e o apoio do ACNUR para a manutenção básica dos centros de acolhimento, os valores do apadrinhamento e das doações únicas passam a ser direcionados para o melhoramento da assistência aos acolhidos como a complementação alimentar, capacitação profissional, interiorização e para a manutenção do Centro de Capacitação e Referência que será 100% mantido com recursos provenientes de doações. 

“Este é mais um novo desafio para o projeto Brasil, um coração que acolhe, o que nos enche de entusiasmo. Teremos a oportunidade de trabalhar e adquirir experiência, enquanto organização, no trabalho com população indígena migrante e refugiada, experiência que poucas organizações no mundo têm”, avalia o coordenador do Projeto, Arthur Dias. 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

A alegria de viver: Amor sem fim

A única alegria que um ser humano pode realmente desfrutar é amar indefinidamente » — diz Constantin Kulondwa. O amor é uma energia positiva que habita em cada pessoa, concedendo-lhe estados de alegria, paz, equilíbrio, segurança, afeto e desenvolvimento. Turbilhão de ternura e de compaixão, ele nos conduz a um oceano de alegria sem fim. Faz-nos vibrar de prazer e felicidade e nos dá asas para voar rumo ao inimaginável. Graças a ti, Amor, a alegria e a felicidade enchem

Ler mais »

Orquestra Fraternidade Sem Fronteiras inaugura novo polo com aulas de música para crianças e jovens indígenas, em Campo Grande – MS

Esse é o quinto local, na aldeia urbana Estrela da Manhã, no Jardim Noroeste Por Laureane Schimidt – assessoria de imprensa FSF O Projeto Orquestra Fraternidade Sem Fronteiras inaugurou o quinto polo para aulas de música em Campo Grande (MS). As atividades serão realizadas na aldeia indígena urbana Estrela da Manhã, localizada no bairro Jardim Noroeste, em parceria com o Instituto Yoko Itipakovoti, que em português significa “Fé e Benevolência”. O polo inicia com 16 alunos indígenas matriculados com a

Ler mais »