• 🇩🇪 DEU
  • 🇫🇷 FRA
  • 🇨🇭 CHE
  • 🇬🇧 GBR
  • 🇺🇸 USA
  • 🇨🇦 CAN
  • 🇩🇪 DEU
  • 🇫🇷 FRA
  • 🇨🇭 CHE
  • 🇬🇧 GBR
  • 🇺🇸 USA
  • 🇨🇦 CAN

Home > Blog

Bonequinhas africanas

bonequinhas-negras-africanas-fsf-fraternidade-voluntariado
Nos bazares e eventos onde a Fraternidade se espalha, lá estão as bonequinhas da aposentada, Mônica Ruf

A aposentadoria fez com que Mônica Ruf colocasse em prática alguns antigos sonhos, inclusive o de aprender a costurar para o bem. Madrinha de duas crianças desde 2014, foi no ano passado que ela, depois ver a campanha “Little dresses for Africa”, da senhorinha de 99 anos que queria fazer mil vestidinhos até os 100, se animou a começar a mesma ideia por aqui.

Lá em Serra Negra, no interior de São Paulo, junto da confecção de vestidinhos para as meninas africanas, Mônica começou a costurar as bonecas “Tilda”, aquelas de pano que só têm olhinhos e falam com o coração. A ideia era mandar para a África um vestido e uma boneca para cada menina. O que de início seria difícil pela logística e também porque Mônica ainda costura sozinha.

Durante um congresso em Uberlândia, Minas Gerais, as bonequinhas ficaram enfeitando o estande da Fraternidade Sem Fronteiras e não só chamaram atenção como trouxeram um novo propósito.

“Todo mundo que chegava perguntava se estavam para vender. Percebendo isso, sugeri à Fraternidade a venda das bonecas, como forma de arrecadar recurso”, conta Mônica Ruf, de 54 anos. Diante da procura, Mônica mudou os planos e sugeriu que, em vez das bonequinhas irem como presente às crianças africanas, que estivessem à venda para padrinhos da causa.

A sugestão foi aceita de braços abertos e desde então, pelo menos uma bonequinha é começada todos os dias. “A ideia era a gente multiplicar isso para que chegasse até as pessoas. Eu posso fazer os projetos, moldes e tem filminho no Youtube sobre como fazer”, convida a voluntária.

Nos bazares e eventos onde a Fraternidade se espalha, lá estão as bonequinhas de Mônica Ruf. Hoje elas ganharam nova carinha, são negras, usam turbantes e têm cabelinhos que remetem à identidade africana, além de também servirem como opção de decoração para casa.

“É muito gostoso fazer, é algo bem artesanal. Faço o corpinho, depois as roupinhas. Não tem nenhuma que seja igual, tanto no formato quanto no tecido, elas são diferentes”, descreve.

Mônica quer ir além e se oferece para ensinar quem quiser fazer junto com ela. “Podemos montar grupinhos nos lugares e ir até as cidades. Vou passando, acho muito interessante”, se disponibiliza.

O contato com a aposentada por ser feito diretamente pelo e-mail: mscruf@gmail.com.

Futuramente, Mônica quer ir até as aldeias de Moçambique e ensinar a costura do bem que aprendeu às famílias.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Fraternidade Sem Fronteiras resgata 30 jovens da República Democrática do Congo

Grupo inicia uma nova etapa de vida no Burundi com segurança, moradia, documentação e acesso à educação Por Laureane Schimidt – assessoria de imprensa FSF  A Fraternidade Sem Fronteiras resgatou 39 jovens, com idade entre 15 e 18 anos, que permaneceram na República Democrática do Congo após a operação de resgate realizada pela organização em fevereiro de 2025. Agora, 30 deles estão no Burundi,após uma mobilização para viabilizar a saída do país e chegarem em segurança ao país. Por serem

Ler mais »

Fraternidade Sem Fronteiras publica Relatório de Atividades 2025

Documento apresenta os resultados alcançados ao longo do ano e reforça o compromisso da organização com a transparência dos recursos e ações Por Laureane Schimidt – assessoria de imprensa FSF A Fraternidade Sem Fronteiras publicou nesta quarta-feira,16 de setembro, o Relatório de Atividades 2025, documento que apresenta um panorama das ações realizadas pela organização ao longo do ano. A publicação reúne informações sobre os projetos, campanhas, iniciativas de voluntários e demais frentes de atuação, além de dados que demonstram o

Ler mais »