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Fraternidade sem Fronteiras promove campanha para oportunizar emprego para mulheres refugiadas

Em situação de extrema vulnerabilidade, muitas recorrem à prostituição para alimentarem os filhos e imploram por trabalho digno

Por Marco Antonio Cruz – assessoria de imprensa FSF

A Organização humanitária Fraternidade sem Fronteiras (FSF) promove a Campanha Mães do Campo – semear oportunidade, colher dignidade, que tem como objetivo oferecer emprego a mulheres refugiadas de guerra, no Campo de Dzaleka. O local fica ao lado do Projeto Nação Ubuntu, da FSF, no Malawi/África. 

“São mulheres desesperadas que não têm comida para os seus filhos e pedem por ajuda. A gente está em um momento muito difícil e pedimos para todos que puderem, que ajudem, porque todos nós, um dia, podemos ser um refugiado. No Congo, Ruanda, Burundi, elas tinham uma vida normal. Eram professoras, engenheiras… e do dia para a noite, por conta de conflitos e violência, se viram nessa situação”, relata a coordenadora do Projeto Nação Ubuntu, Clarissa Paz.

Por meio de doações mensais, a partir de US$50, equivalente a R$250, a FSF pretende oferecer às mulheres refugiadas, trabalho em uma área de cultivo, onde poderão gerar renda e contribuir para a sustentabilidade do Projeto Nação Ubuntu.

A extrema vulnerabilidade leva muitas mães solo e viúvas, no desespero da fome, a encontrarem na prostituição o único meio de subsistência delas e dos filhos.
Para doar como Pessoa Física: fraternidadesemfronteiras.colabore.org/maesdocampo
Para doar como Empresa: fraternidadesemfronteiras.colabore.org/maesdocampo-pj

Em virtude da extrema vulnerabilidade que acomete a região, esta é a segunda Campanha promovida, em um mês, para o acolhimento e assistência aos refugiados, no Malawi. Em janeiro, houve o reforço da Campanha Casas de Coração, que tem como objetivo arrecadar recursos para a reforma e construção de casas no Campo de refugiados Dzaleka, que abriga mais de 51 mil pessoas que fugiram de seus países de origem devido à guerras, perseguições e crises humanitárias.  Para saber mais, clique aqui.

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