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Capital Mineira recebe polo de trabalho do projeto Fraternidade na Rua

Belo Horizonte ganhou reforço nas ações de ajuda e acolhimento às pessoas que vivem em situação de rua

Por: Déborah Morato – assessoria de imprensa FSF – MG

A Fraternidade sem Fronteiras (FSF), uma Organização humanitária não governamental responsável por projetos sociais no Brasil e na África, lançou na última terça-feira, 01 de dezembro, mais um polo de trabalho do Projeto Fraternidade na Rua, agora em Belo Horizonte – MG. A iniciativa que, busca levar atenção, cuidados e dignidade a milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade, foi divulgada durante uma transmissão ao vivo durante o Dia de Doar, que o Brasil celebra juntamente com outros 72 países.

O projeto Fraternidade na Rua começou seu primeiro polo de atuação por meio de uma parceria com a Clínica da Alma, em Campo Grande – MS, trabalho fundado e com a liderança do Pastor Milton: “Senti uma força me chamando para ajudar essas pessoas. E é necessário que exista pessoas buscando ajudar, tirando da rua, dando um novo segmento de vida. No início você acha que está ajudando e logo percebe que é você que está sendo ajudado. Tem muita sabedoria nas ruas” finaliza Milton.

A população de rua vem crescendo ano a ano. Mas neste ano, com a pandemia, essa realidade ficou ainda mais grave. Atualmente que o número de pessoas que vivem nesse desamparo chega a 220 mil pessoas. Preocupada com essa situação, o fundador-presidente da FSF, com o apoio de voluntários e padrinhos, vem trabalhando para conseguir recursos para ampliar esse acolhimento de transformação de vidas. O movimento é coletivo, “o mundo tem recurso suficiente, o que falta é a vivência da fraternidade genuína. Cada um pode colaborar e exercitar esse sentimento é algo mais profundo, é humano” disse Wagner Moura Gomes.

Agora, com o anúncio do novo pólo do projeto Fraternidade na rua, em Belo Horizonte, a ONG soma forças em cinco localidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul e duas em Minas Gerais. A primeira, em Uberlândia, no triângulo mineiro que, segue buscando recursos para a construção de uma segunda unidade da Clínica da Alma (a primeira está no MS) e na Capital, onde a situação também é emergencial. 

Em BH, o Fraternidade na Rua abraçou um projeto que já existia, o ”Banho do bem” que, até o momento era bem focado na região da cracolândia, no aglomerado da PPL- Pedreira Prado Lopes. Rodrigo Freitas, caravaneiro e padrinho da fraternidade, explica que, foi uma integração ao projeto Banho do bem. O movimento começa com na abordagem: os voluntários sobem o morro, conversam com os usuários, criam um relacionamento de confiança e oferecem o banho.  Quem aceita a ajuda recebe alimentação, um kit com produtos para a higiene pessoal, atendimento psicológico e uma roupa nova. O grupo oferece ajuda individualizada e em caso de necessidade, direciona para atendimento psiquiátrico. É um trabalho que busca resgatar a dignidade dessas pessoas. O objetivo é fazer com que a maior parte dessas pessoas voltem a viver na sociedade.

Todo o processo é feito com muito cuidado que, vai além de simplesmente entregar uma marmita. Para os voluntários, a energia ao oferecer amor e carinho para essas pessoas muitas vezes esquecidas pela sociedade faz milagres! 

O objetivo com a abertura desse novo polo, em BH, é de dobrar os atendimentos na capital. O projeto está sendo formatado com muito cuidado para conseguir ajudar essas pessoas a recuperar o vínculo familiar e voltar para o mercado de trabalho. 

O momento é de unir esforços para fazer crescer essa ajuda tão importante e necessária que, começou na PPL e que, a partir de janeiro estará em novo local. O objetivo é ampliar o movimento para ajudar as pessoas em situação de rua e encaminhar os usuários de drogas para clínicas de recuperação.

“O amor tem a força de transformar o que for necessário!!! Só o amor, a união verdadeira em prol do bem pode ajudar verdadeiramente a criar uma nova era”, reforça Wagner Moura Gomes. 

 

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