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O Agradecimento dos Venezuelanos

Oferecer em forma de agradecer. Assim foi a manhã do último sábado, 3, no centro de acolhimento da Fraternidade sem Fronteiras, em Boa Vista, Roraima. Cheia de devolução e gratidão, a ação solidária foi a maneira que os venezuelanos acolhidos encontraram, para agradecer os vizinhos do bairro pela receptividade.

“É nossa cultura ser amável, e solidária também. A vizinhança desde o começo foi bem solidária com a gente. É um agradecimento”, explica Alba González, venezuelana, coordenadora do centro de acolhimento, local onde segundo ela, é uma região humilde da cidade.

 

Na programação, além de muita alegria, doações de roupas, corte de cabelo, escova, manicure e pedicure, apresentação musical e dança com as crianças, criou-se também muita cumplicidade para aqueles que um dia ganharam e agora presenteiam. “Ganhamos muitas coisas quando nos mudamos para cá e vamos dividir”, afirma a coordenadora venezuelana.

Mais de 50 vizinhos compareceram levando a família. Todos passaram por todas as atividades e a maioria das doações de roupas foram de criança. Lúcia Sampaio é moradora do bairro e revela que desde a abertura do centro de acolhimento vem enxergando os venezuelanos com outros olhos. “A gente só fica sabendo da parte ruim. Os imigrantes moradores desse centro são pessoas queridas”.

 

 

Para Alba, o evento foi o resultado de um trabalho em equipe de todos os moradores do centro, um dia realmente cheio de fraternidade, segundo ela “ com o mesmo nome e propósito da ONG”. “Os vizinhos vieram! Existe aquele receio com nossa presença na cidade. Mostramos a eles que também podem contar com a gente, podem almoçar e jantar com a gente. Foi um dia com muita risada”, finaliza.

 

O Centro de Acolhimento da Fraternidade sem Fronteiras – O primeiro no Brasil – fica localizado na Rua HC 04, n° 1633, bairro Operário (atual Senador Hélio Campos). Boa Vista, Roraima. Construído em área doada de 50×100 metros quadrados, 100 barracas amparam 100 famílias. A estrutura local conta com dormitórios familiares, redário, refeitório, lavanderia e banheiros coletivos. Uma sala de aula para atividades pedagógicas também funcionam com professores venezuelanos, moradores do centro.

 

O custo mensal do centro fica em torno de 30mil. A meta de 600 padrinhos doando 50 reais mensais irá manter as refeições e condições básicas do local. Desde que foi lançada a campanha, já existem 253 apadrinhamentos. Conheça mais sobre o projeto “Brasil, um coração que acolhe” e apadrinhe essa causa.

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