• 🇩🇪 DEU
  • 🇫🇷 FRA
  • 🇨🇭 CHE
  • 🇬🇧 GBR
  • 🇺🇸 USA
  • 🇨🇦 CAN

Home > Blog

“Apadrinhar é como acolher um filho que é parte da humanidade que existe dentro de nós”

A madrinha Laís Soares  nos emociona ao dizer do sentimento de fazer parte neste mar de amor da Fraternidade sem Fronteiras

Por Karla Silva – estagiária em comunicação da FSF

Em mais uma live que apresenta os padrinhos e madrinhas da Fraternidade sem Fronteiras, conhecemos Laís Soares, professora de educação infantil para crianças com necessidades especiais na Flórida – EUA, e voluntária como professora de inglês para os acolhidos e colaboradores da FSF. Com simpatia e alegria, compartilhou com todos como conheceu a Organização e decidiu apadrinhar três projetos. 

Laís chegou até a Fraternidade sem Fronteiras por meio de uma palestra do diretor de relações públicas da FSF, Andrei Moreira. “Foi em maio de 2019 meu primeiro conhecimento sobre a Fraternidade sem Fronteiras e me deu uma vontade muito grande de participar desse movimento.  Esse movimento de amor, de fraternidade universal que é uma coisa que me toca profundamente, quando você ajuda o próximo independentemente de religião, isso me toca muito. Desde pequena uma coisa que sempre me emocionava era quando minha mãe falava que não importava a religião, o que importa é a humanidade de cada um. O fato de você ver uma Organização humanitária que traz auxílio, acolhimento para pessoas de todos os lugares do mundo, é uma coisa fabulosa, é como se fosse encontrar um sonho”, emociona-se.

Após conhecer a FSF, Laís veio de férias para o Brasil e na oportunidade buscou saber mais sobre os projetos e seu coração decidiu apadrinhar o Projeto Nação Ubuntu, no Malawi – África. “Me tocou muito a filosofia: Eu sou porque nós somos”.

Durante seu relato, por várias vezes, Laís nos relembra o que é fraternidade: união entre irmãos. Estamos todos conectados sem nos conhecermos e, como estão interligados, nos sentimos parte de cada projeto, de cada história e vidas transformadas. Um exemplo trazido por nossa madrinha foi a palestra que assistiu, em Brasília (DF), com o fundador-presidente da FSF, Wagner Moura Gomes, a coordenadora do projeto Nação Ubuntu, Clarissa Paz, e a médica e coordenadora do Projeto Microcefalia, Amor sem Dimensões, Adriana Melo. “Eu chorei o tempo todo. Eu não sei o que era. Não era tristeza, não era dó, não era piedade, era emoção de participar. De me sentir parte, como se eu já fosse madrinha há muito tempo e eu era madrinha há uma semana. Eu me sentia uma gotinha nesse mar de amor que é a Fraternidade sem Fronteiras”, alegra-se.

Para Laís, toda a palestra foi emocionante, mas ao ouvir de Clarissa as histórias sobre o projeto Nação Ubuntu, o coração começou a pedir para ir para lá também e vivenciar tudo aquilo de pertinho, “A Clarissa falando como as crianças vivem a filosofia Ubuntu no dia a dia, eu sou porque nós somos, e eu não sou feliz se você não é feliz também, isso me tocou demais e falei: gente eu quero ir lá também”.

Com o passar do tempo e conhecendo mais o trabalho da Organização, Laís decidiu apadrinhar mais dois projetos: Fraternidade na Rua – no Brasil e Chemin Du Futur – no Senegal – África. Nesse projeto, Laís, além de madrinha, é também voluntária dando aulas de inglês para os acolhidos no orfanato.

“Essa é outra história que marca a minha vida. Em junho do ano passado, durante o encontro online da FSF, eu vi jovens em Moçambique numa sala com computadores tendo aula e eu pensei: Isso aí eu posso fazer. Eu posso dar aula online”.

Laís buscou informações junto a Organização sobre como poderia contribuir com seu conhecimento e com o apoio de outra voluntária, a Fernanda Moreira, conversas com o coordenador do projeto Chemin Du Futur, Edimilson Neto, e participação de outros professores voluntários, em junho de 2020, eles iniciaram as aulas de inglês para os acolhidos no Senegal.

“Fizemos uma reunião com todos os alunos e foi incrível. Aqueles meninos ficaram conosco online por mais de três horas! Dividimos as turmas, depois as turmas aumentaram, tivemos mais professores voluntários e então, o grupo só está aumentando e é uma alegria enorme participar. É como se eu tivesse ido para uma caravana. Tem hora que me dá vontade de pular da telinha para ficar lá com eles”. A alegria com que Laís conta sua experiência no projeto é contagiante.

O relato de nossa madrinha sobre sua participação na FSF demonstra os caminhos que é possível percorrer para dar as mãos aos nossos irmãos. O apadrinhamento com a contribuição mensal de R$ 50 assegura a continuidade do trabalho de acolhimento dos 10 projetos da Organização. Cada pessoa carrega uma experiência, conhecimento e energia para compartilhar e somar na vida de outros. E, tornar-se padrinho ou voluntário é atender um chamado do coração com humanidade e generosidade! 

“Eu aprendi com a FSF que o bem é muito quieto. O mal é muito estridente. A gente liga a televisão e tem pessoas que estão acostumadas a consumir só o que a mídia oferece, sem buscar mais, sem pesquisar mais e olha que nós estamos num mundo globalizado. Nós temos a liberdade para procurarmos o que quisermos. A FSF colabora para que as notícias do bem possam ser espalhadas pelo mundo, para que a gente possa ver que o bem também acontece e que eu também tenho o poder de espalhar o bem”, ressalta.

Além do apadrinhamento, nos Estados Unidos, Laís participa, pelas redes sociais, de um grupo para arrecadar doações para a compra de curativos enviados ao Brasil para o projeto Jardim das Borboletas, em Caculé (BA), que acolhe crianças diagnosticadas com uma doença rara, Epidermólise Bolhosa. 

Para Laís apadrinhar um projeto é um misto de sentimentos e sensações. “Como madrinha me sinto como uma gotinha que ajuda a apagar os focos de maldade que existem no mundo. É como se você estivesse acolhendo um filho que é parte da humanidade que existe dentro de nós. Eu acredito que todos nós nascemos com essa vontade e necessidade de ajudar o outro, quando a gente pode fazer isso e assume esse compromisso é tão gostoso”, resume.

Seja por meio do apadrinhamento ou voluntariado, Laís acredita que esse comprometimento fraterno faz parte da vida dela. É amor ao próximo e não importa onde ele esteja, nem a ocasião em que esteja precisando de ajuda. Quando for preciso exercer a caridade ela quer doar de si com amor e entusiasmo, “Nós podemos sempre fazer algo pra alguém, esse algo que a gente faz pra alguém retorna pra gente imediatamente, vem aquela energia, aquela coisa boa que nos envolve de muita luz, de muita alegria”, finaliza.

A série de lives, transmitida, ao vivo, pelo Instagram da FSF, às quartas-feiras, da campanha “Apadrinhar é amar!”, começou dia 07 de julho com o objetivo de reforçar e valorizar o apadrinhamento. Com elas, há a oportunidade de conhecer as histórias de padrinhos e madrinhas que mantêm os projetos da Organização.

Para assistir na íntegra, clique aqui.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Livro dá visibilidade à realidade vivida em comunidades atendidas pela Fraternidade Sem Fronteiras em Madagascar

A realidade enfrentada por famílias atendidas pela Fraternidade Sem Fronteiras no sul de Madagascar é o tema do livro Onde deságua o desengano, da jornalista e voluntária da FSF, Patrícia Espírito Santo, que será lançado nesta quarta-feira, dia 15 de abril, às 18h30, em Belo Horizonte (MG). Resultado de três temporadas vividas pela autora entre 2023 e 2025, a obra nasce da convivência direta com comunidades da região de Antandroy, onde a FSF atua com  o oferecimento de alimentação, acolhimento

Ler mais »

DA SALA DE ARTES À GALERIA KULUNGWANA: Júlio Sitóe leva talento artistico do Projeto Acolher Moçambique à exposição em Maputo

Por Enoque Daniel – Correspondente da FSF Moçambique O jovem artista do projeto Acolher Moçambique, da Fraternidade Sem Fronteiras (FSF), Júlio Sitóe, participou, no mês de março, de uma exposição coletiva realizada na Galeria Kulungwana, na cidade de Maputo, capital de Moçambique. Na ocasião, apresentou três obras ao público, integrando uma mostra que reuniu cerca de 300 artistas. A exposição teve início no dia 19 de março e permanece aberta até o dia 8 de maio de 2026.    A participação

Ler mais »