POR DENTRO DO PROJETO

RETRATOS DE ESPERANÇA SETEMBRO - NOVEMBRO 2022

Caravana da Vila Esperança

O Projeto Retratos de Esperança recebeu mais uma caravana na Vila Esperança, em Canudos – BA, para atendimentos médicos, odontológicos, atividades educativas para as crianças, entregou cestas básicas para as famílias e deu continuidade ao Projeto da Geodésia (domos ou esferas geodésicas são estruturas seguras para brincadeiras de crianças) iniciado na caravana passada. 

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Atividades lúdicas e profissionalizantes

Nossas crianças e adolescentes estão tendo a oportunidade de aprender a fotografar, e o mais legal de tudo isso é que eles estão podendo usar uma câmera fotográfica profissional. Para envolver toda a comunidade, incluímos os mais idosos, e ainda, promovemos o Cine Esperança na comunidade de Alto Alegre, que fica a 52 km do município de Jacobina-Ba. Confira os registros! ❤️

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Museu da Antiga Vila Esperança

Em Canudos, no sertão baiano, todo o sofrimento pelo qual passou a comunidade da Vila Esperança está no passado. Como forma de gratidão, eles fizeram um lindo espaço, como se fosse um museu, dentro de uma das casinhas de barro da Vila, e dentro colocaram lembranças de todos aqueles que proporcionaram, por meio da fraternidade, a transformação do local.

Moradia, alimentação e educação

Temos atualizações dos avanços alcançados no sertão baiano, graças ao seu apadrinhamento. Ao todo, já construímos 28 casas. Também conseguimos garantir reforço escolar para nossas crianças. Na Vila Esperança, em nossa cozinha comunitária, conseguimos fazer, diariamente, mais de 140 refeições e com a Horta Comunitária, complementamos a alimentação.
Por tudo, nossa gratidão!

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Acesso à água potável

Quando pensamos no sertão, logo nos vem a seca na memória. Na Vila Esperança, os moradores tinham acesso a apenas 20 litros de água potável por mês e para conseguir essa água, precisavam caminhar por cerca de 6 km. Hoje, com o apoio de vários corações que se uniram nesta causa de fraternidade, o consumo de água passou a ser de 40 litros por dia.

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"Quando eu me reconheci, meu pai e minha mãe moravam em uma casinha de taipa.

Tinha vezes de passarmos até fome, do meu pai chegar e dizer assim para nós: ‘meus filhos, hoje eu não tenho nada para dar para vocês, nós vamos nos conformar, pedir a Deus que um dia a vida da gente melhore'. O que eu já passei, eu não quero passar mais. Quero ter alegria, paz e felicidade.” Neidona, acolhida do Projeto Retratos de Esperança.

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DESTAQUES DOS DEMAIS PROJETOS

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