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A Fraternidade sem Fronteiras

| | Notícias

“Me envergonha pensar quantas vezes reclamei ou reclamo de algo em meu dia a dia quando temos tanto e somos tão abençoados. É impressionante ver quanta resistência e força há nestas pessoas que suportam adversidades e faltas, para mim insuportáveis. Nesse ângulo de visão, os meus problemas deixam de ser relevantes e o que me veem à cabeça é a gratidão e a convicção que devemos nos solidarizar para transformar realidades tão duras… são situações como essas que a Fraternidade Sem Fronteiras enfrenta e acolhe todos os dias! Não podemos fechar nossos olhos para isso”, desabafou o dj em suas redes sociais.

Foto: Alisson Demétrio

Alok é apoiador da causa e visita pela segunda vez as aldeias do país e o centro de acolhimento da Fraternidade sem Fronteiras na aldeia de Muzumuia.

“Hoje conhecemos Vovó Paulina, idade desconhecida, vivendo sobre um monte de lixo, cercada de insetos, ao relento. Tida como doente mental, pela comunidade, vive isolada e com pouco contato social, sob o rótulo de ser avessa a ajuda. Nos recebeu de braços abertos. Aceitou tudo que foi oferecido. Pediu mais. Deixou-nos a todos muito sensibilizados e moveu o melhor em nós.

teste alternativo

Foto: Alisson Demétrio

Queremos ajudá-la, acolhê-la, ampara-la. Já é da nossa família. Assim é a fraternidade sem fronteiras. Vamos juntos?!”. Relato de Andrei Moreira, coordenador da Fraternidade sem Fronteiras, acompanhando o dj às visitas nas aldeias.

Você também pode fazer parte dessa corrente de amor, e de qualquer lugar é possível ajudar.
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A Fraternidade sem Fronteiras

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59″Me envergonha pensar quantas vezes reclamei ou reclamo de algo em meu dia a dia quando temos tanto e somos tão abençoados. É impressionante ver quanta resistência e força há nestas pessoas que suportam adversidades e faltas, para mim insuportáveis. Nesse ângulo de visão, os meus problemas deixam de ser relevantes e o que me veem à cabeça é a gratidão e a convicção que devemos nos solidarizar para transformar realidades tão duras… são situações como essas que a Fraternidade Sem Fronteiras enfrenta e acolhe todos os dias! Não podemos fechar nossos olhos para isso”, desabafou o dj em suas redes sociais.

Foto: Alisson Demétrio

Alok é apoiador da causa e visita pela segunda vez as aldeias do país e o centro de acolhimento da Fraternidade sem Fronteiras na aldeia de Muzumuia.

“Hoje conhecemos Vovó Paulina, idade desconhecida, vivendo sobre um monte de lixo, cercada de insetos, ao relento. Tida como doente mental, pela comunidade, vive isolada e com pouco contato social, sob o rótulo de ser avessa a ajuda. Nos recebeu de braços abertos. Aceitou tudo que foi oferecido. Pediu mais. Deixou-nos a todos muito sensibilizados e moveu o melhor em nós.

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Foto: Alisson Demétrio

Queremos ajudá-la, acolhê-la, ampara-la. Já é da nossa família. Assim é a fraternidade sem fronteiras. Vamos juntos?!”. Relato de Andrei Moreira, coordenador da Fraternidade sem Fronteiras, acompanhando o dj às visitas nas aldeias.

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A Fraternidade sem Fronteiras

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Alok é apoiador da causa e visita pela segunda vez as aldeias do país e o centro de acolhimento da Fraternidade sem Fronteiras na aldeia de Muzumuia.

“Hoje conhecemos Vovó Paulina, idade desconhecida, vivendo sobre um monte de lixo, cercada de insetos, ao relento. Tida como doente mental, pela comunidade, vive isolada e com pouco contato social, sob o rótulo de ser avessa a ajuda. Nos recebeu de braços abertos. Aceitou tudo que foi oferecido. Pediu mais. Deixou-nos a todos muito sensibilizados e moveu o melhor em nós.

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Queremos ajudá-la, acolhê-la, ampara-la. Já é da nossa família. Assim é a fraternidade sem fronteiras. Vamos juntos?!”. Relato de Andrei Moreira, coordenador da Fraternidade sem Fronteiras, acompanhando o dj às visitas nas aldeias.

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A Fraternidade sem Fronteiras

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Foto: Alisson Demétrio

Alok é apoiador da causa e visita pela segunda vez as aldeias do país e o centro de acolhimento da Fraternidade sem Fronteiras na aldeia de Muzumuia.

“Hoje conhecemos Vovó Paulina, idade desconhecida, vivendo sobre um monte de lixo, cercada de insetos, ao relento. Tida como doente mental, pela comunidade, vive isolada e com pouco contato social, sob o rótulo de ser avessa a ajuda. Nos recebeu de braços abertos. Aceitou tudo que foi oferecido. Pediu mais. Deixou-nos a todos muito sensibilizados e moveu o melhor em nós.

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Queremos ajudá-la, acolhê-la, ampara-la. Já é da nossa família. Assim é a fraternidade sem fronteiras. Vamos juntos?!”. Relato de Andrei Moreira, coordenador da Fraternidade sem Fronteiras, acompanhando o dj às visitas nas aldeias.

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Fraternity without Borders

| | News

NGO founded in Brazil extends humanitarian aid in favor of Mozambican children, most of them orphans due to HIV / AIDS.

For many people, the cause defended by the NGO Fraternity without Borders still seems a little strange. After all, if there are so many people in need in Brazil, how to explain a legion of volunteers and supporters mobilized in favor of orphans and destitute children in Mozambique? The answer is simple: why not Africa?

Mussengue Village, Manjacaze District, in Gaza Province, Mozambique, Africa: this is the newest address of FWB. The Mussengue Community Centre is the fifth unit established in that African country. Emotion, gratitude and simplicity marked the opening ceremony of the new unit, held on 12 July. Local leaders, supporters and the whole community shared a moment full of emotion.

Wagner Moura, a businessman from Mato Grosso do Sul state (Brazil) and chairman of the NGO, celebrated the gift of being able to welcome these 274 new children and explained: “the main reason why our eyes and our hearts are directed to Africa, especially Mozambique, is the prevalence of extreme poverty [23.2% of the population starve], low life expectancy [an average of 49.8 years old] and the high level of illiteracy [up to 64.2% among women]”.

Mozambique is part of the group of the 10 countries with the worst human development index in the world (data from HDI, 2015). It draws attention to the fact that all 10 countries in this group belong to the African continent, “which alone justifies the great commitment we have with our brothers who live there,” Wagner concluded.

At first sight, these indicators may seem cold and distant, but just take a closer look to realize how much pain and suffering they cause every day. An example is the scourge of HIV infection. According to UNICEF, “children orphaned by AIDS are especially vulnerable to abuse and exploitation because of stigma and lack of support and adult care. A large share of orphan children is living in households headed by women or the elderly” (http://www.unicef.org/mozambique/pt/hiv_aids_5062.html.

These and other factors led to the foundation of the first reception center of FSF in Mozambique, in November 2009. Since then, the small group of friends turned into over a thousand direct supporters (sponsors and volunteers), not to mention partner institutions and countless indirect supporters. In five years of operation, the NGO has impacted the lives of thousands of children and their families.

For about 1,500 children sheltered daily, the five available spaces represent true oases filled with possibilities. After all, for children and adolescents who live with a reality of hunger and helplessness, FSF is synonymous with welcoming, nutritious food, health guidance, tutoring, brushing, games as well as songs and dances drawn from the rich African culture.

Also according to Wagner, FSF works with local managers and monitors, which further extend the social impact of the Reception Centers. Keeping all this support structure costs just 50 reais a month per child and it is maintained thanks to a sponsorship system in which each godparent sponsors the stay of one or more children – monthly depositing the corresponding amount.

Carlos Alberto Santos Valle, who sponsors two Mozambican children, summarizes the essence of this humanitarian cause: – “It’s exciting to know that with such a low amount of money, we can free so many little ones from child labor in “machambas” (farms where they receive a bowl of vegetables or R$ 3.50 per working day), exchanging it for school. A simple change that represents the real chance to change their own destiny rather than just fighting to keep from starving. Without our help and the work of FSF, it would be practically impossible.”

A team of 17 people from FSF remained in Mozambique on the first half of July especially for two very important tasks:

1. The opening of Mussenge Reception Center, the fifth working unit of FSF;

2. Monitoring and support for the activities of medical and dental care, which were offered to children and their families by volunteer professionals from Brazil, who were there from 7 to 14 of July.

Other actions were forwarded, one of them connected to the next team challenge: putting into operation a Bakery in Muzumuia Reception Center, which will represent rare employment and professionalization opportunity, as well as income and low-cost food supplement for families across the region (Muzumuia and surrounding villages). The building is ready and the equipment purchased in Brazil is already in Mozambique.

These are gestures and actions of enormous relevance, for they carry with them the power to move – from theory to practice – towards to all that we know about brotherhood in its purest and most authentic concept.

Learn more and join this family of love without boarders, changing the reality and the fate of orphaned children in Mozambique:www.fraternidadesemfronteiras.org.br  or  www.facebook.com/fraternidade.semfronteiras

Headquartered in Brazil: Rua Joaquim Murtinho, 566, Centro, Campo Grande, MS. Phones: +55 (67) 9205.6688 / 3028.5429.  E-mail:contato@fraternidadesemfronteiras.org.br

Headquartered in Mozambique: MUZUMUIA Village, S / N – Third Quarter,  Chòkwe District, Gaza Province.

(Volunteer translator: Ligia Feitosa)

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A Fraternidade sem Fronteiras

| | Notícias

ONG nascida no Brasil amplia ainda mais a ajuda humanitária em favor das crianças moçambicanas, a maioria órfãs devido ao HIV/Aids.

Para muitas pessoas, a causa defendida pela ONG Fraternidade sem Fronteiras ainda provoca certa estranheza. Afinal, se temos tantos necessitados no Brasil, como explicar uma legião de voluntários e apoiadores mobilizados em favor de crianças órfãs e miseráveis de Moçambique? A resposta é simples: por que não a África?

Aldeia de Mussengue, Distrito de Manjacaze, Província de Gaza, Moçambique, África: este é o mais novo endereço da Fraternidade sem Fronteiras. O Centro de Acolhimento Mussengue é a quinta unidade instalada naquele país africano. Emoção, gratidão e simplicidade marcaram o descerramento da faixa inaugural na nova unidade, em cerimônia realizada no dia 12 de julho. Líderes locais, apoiadores e a comunidade compuseram, juntos, um momento de grande emoção.

Wagner Moura, empresário sul-mato-grossense que preside a ONG, comemorou a dádiva de poder acolher estas 274 novas crianças e explicou: “o principal motivo pelo qual nossos olhos e nossos corações estão voltados para a África, especialmente Moçambique, é o predomínio da pobreza extrema [23,2% dos habitantes passam fome], da baixa expectativa de vida [média de 49,8 anos] e do alto nível de analfabetismo [chega a 64,2% entre as mulheres].”

Moçambique integra o grupo dos 10 países com os piores Índice de Desenvolvimento Humano do planeta (dados do IDH 2015). Chama a atenção o fato de todos os 10 países deste grupo pertencerem ao Continente Africano, “o que por si só justifica o grande compromisso que temos com os irmãos que lá vivem”, finaliza Wagner.

À primeira vista são indicadores frios e distantes, mas basta olhar mais de perto para perceber quanta dor e sofrimento eles provocam todos os dias. Um exemplo é o flagelo da contaminação pelo HIV. Segundo o Unicef, “as crianças tornadas órfãs devido ao SIDA são especialmente vulneráveis ao abuso e exploração devido ao estigma e falta de apoio e cuidados de adultos. Grande proporção das crianças órfãs vivem em agregados familiares chefiados por mulheres ou velhos” (http://www.unicef.org/mozambique/pt/hiv_aids_5062.html).

Estes e outros fatores culminaram com a instalação, em novembro de 2009, do primeiro Centro de Acolhimento da Fraternidade sem Fronteiras em Moçambique. Desde então, o pequeno grupo de amigos se transformou em mais de mil apoiadores diretos (padrinhos e voluntários), sem contar instituições parceiras e incontáveis apoiadores indiretos. Em cinco anos de atuação, a ONG já impactou a vida de milhares de crianças e seus familiares.

Para cerca de 1.500 crianças acolhidas diariamente, os cinco espaços instalados representam verdadeiros oásis repletos de possibilidades. Afinal, para crianças e adolescentes que convivem com uma realidade de fome e desamparo, a FSF é sinônimo de acolhimento, alimentação nutritiva, orientação para saúde, reforço escolar, escovação, brincadeiras, além de músicas e danças extraídas da riquíssima cultura africana.

Ainda segundo Wagner, a FSF trabalha com gestores e monitores locais, o que amplia ainda mais o alcance social dos Centros de Acolhimento. A manutenção de toda essa estrutura de apoio custa apenas 50 reais/mês por criança e é mantida graças a um sistema de apadrinhamento, onde cada padrinho patrocina a permanência de uma ou mais crianças – depositando mensalmente a quantia correspondente.

Carlos Alberto Santos do Valle, que apadrinha duas crianças moçambicanas, resume a essência dessa causa humanitária: – “É emocionante saber que, com um valor tão baixo, podemos livrar tantos pequenos do trabalho infantil nas “machambas” (roças, onde recebem uma tigela de legumes ou R$ 3,50 pelo dia de trabalho), trocando isso pela escola. Uma mudança simples, que representa a chance concreta de mudar o próprio destino, ao invés de apenas lutar para não morrer de fome. Sem nossa ajuda e o trabalho da FSF, isso seria praticamente impossível”.

Uma equipe de 17 pessoas da FSF permaneceu em Moçambique na primeira quinzena de julho especialmente para duas ações de grande relevância:

1. Inauguração do Centro de Acolhimento Mussengue, a quinta unidade de trabalho da FSF;

2. Acompanhamento e suporte para as atividades de assistência médico-odontológica, que foram oferecidas às crianças e seus familiares por profissionais voluntários do Brasil, os quais estiveram lá entre 07 e 14 de julho.

Outras ações foram encaminhadas, uma delas ligada ao próximo desafio da equipe: colocar em funcionamento uma Padaria no Centro de Acolhimento Muzumuia, a qual representará rara oportunidade trabalho, profissionalização, renda e complemento alimentar de baixo custo para as famílias de toda a região (Muzumuia e aldeias vizinhas). O prédio está pronto e os equipamento comprados no Brasil já estão em Moçambique.

São gestos e ações de enorme significado, pois carregam consigo o poder de migrar – da teoria para a prática – tudo aquilo que já sabemos sobre a fraternidade, no seu conceito mais puro e autêntico.

Saiba mais e junte-se a esta família do amor sem fronteiras, mudando a realidade e o destino das crianças órfãs de Moçambique:

www.fraternidadesemfronteiras.org.br ou www.facebook.com/fraternidade.semfronteiras

Sede no Brasil: Rua Joaquim Murtinho, 566, Centro, Campo Grande, MS. Telefones: +55 (67) 9205.6688 / 3028.5429. E-mail: contato@fraternidadesemfronteiras.org.br

Sede em Moçambique: Aldeia MUZUMUIA, S/N – Terceiro Bairro, Distrito de Ckòkwe, Província de Gaza.

Idioma Português, Brasil

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